Archive for 2013

A visual novel de Angel Beats! vai ser dividida em capítulos.



É cada vez mais certo que a Key vai lançar a visual novel de Angel Beats! Isso não é mais nenhuma surpresa. Porém a Key vai querer lucrar a todo custo, graças a todo o hype de uma futura visual novel sendo produzida pela empresa.

E a empresa realmente vai fazer de tudo para lucrar com o novo jogo, não é a toa que vai ser dividida em partes. No primeiro jogo que seria "Angel Beats! - 1st beat -" vamos ter 3 rotas. As rotas serão da Yui, Iwasawa e do Matsusita (homem).

É bem provável que o jogo tenha 6 capítulos, explorando todos os personagens que não foram explorados na serie. Afinal o anime só teve 13 episódios. Como em visual novel o jogo tenta fazer você se sentir o personagem, é bem plausível que o final da rota da Yui seja diferente do final dela no anime. A única certeza que tem é que o primeiro capitulo vai ser lançado no ano de 2014.



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O estranho conceito de matar Deus.


Não importa se você consome muito ou pouco do entretenimento japonês. Você mesmo sem perceber acaba obtendo uma visão de mundo e cultura muito diferente do que você esta acostumado a ver na visão ocidental. Até mesmo quem esta acostumado a isso, acaba presenciando coisa novas e até conceitos filosóficos dessa cultura.

E uma delas que vou abordar aqui é sobre a morte de um "Deus" no entretenimento japonês. Ou mais precisamente a luta conta um "Deus" na visão japonesa. Como sabem na visão ocidental, Deus é o ser onipotente, onisciente e onipresente. Além de ser o criador do universo e da realidade. Ou seja, 2 + 2 = 4 pelo fato de Deus ter moldado a realidade dessa maneira, se ele quiseste 2 + 2 = 5 se a realidade foste moldada dessa maneira.

Na cultura japonesa sabemos que no seu folclore e religiões como xintoísmo acredita na crença de vários deuses. No entretenimento japonês como jogos e animes quando costuma abordar um único "Deus", ele costuma ter uma forma física, e pode até mesmo ser um "Deus" tirano. Jogos como Final Fantasy costumam abordar o tema de como o seu personagem consegue matar o "Deus" daquele universo, para assim o mundo ser um lugar melhor. E até animes como Demon Lord Dante onde "Deus" é maligno, e o protagonista que inicialmente era humano virou um demônio para matar "Deus".


Até recentemente tivemos o anime High School DxD New, onde é um anime ecchi, que pega muito a visão ocidental sobre demônios e anjos. Na serie fala que "Deus" e Lucifer morreram, porém mesmo com a morte daquele que moldou o universo, tudo aquilo que foi criado com suas leis e regras, basicamente foi administrado por outra pessoa. Ou seja, na criação dessa historia aquele universo não precisa de um "Deus" para administrar aquele universo. Diferente da visão ocidental onde tudo segue de acordo com a vontade de "Deus". Sendo assim, "Deus" é a força que faz tudo ir de maneira como deveria ser, basicamente sem "Deus" o universo não funciona, afinal ele é a força que faz o universo se mover teoricamente.

Mas como é comum no entretenimento japonês, é normal vermos eles pegarem nossa visão ocidental, e moldarem na sua visão oriental. Um bom exemplo é termos historia sobre demônios que podem ser bons ou maus, sem aquela obrigatividade de serem maus como são na visão ocidental. E com "Deus" não é diferente, os japoneses não fazem isso com o intuito de ofender a religião de alguém, eles brincam com essas visões religiosas e criam seu próprio universo na historia.

Da mesma forma que eles pegam a visão religiosa ocidental, o mesmo acontece na religião deles. É apenas um entretenimento, que eles acabam aderindo na sua visão. Me lembro de ler um quadrinho bem interessante que abordava sobre a visão de "Deus" ocidental num manga, nome dele é Berserker. Em Berserker, não foi "Deus" que criou os humanos e sim foram os humanos que criaram "Deus".



No universo de Berserker "Deus" nasceu pela crença dos seres humanos em um ser para administrar aquele mundo. Ou seja, nessa visão um "Deus" surge pela vontade e crença dos seres humanos. Essa visão acaba indo para a visão japonesa sobre deuses, onde para um deus surgir e ele continuar existindo e ter sua influencia no universo, vai depender do quanto os seres humanos acreditam e rezam pra ele.

No anime Natsume Yuujinchou é debatido sobre a existência e morte de um deus. Para um deus existir é necessário que os humanos acreditem nele, caso ninguém acredite nele, o deus simplesmente para de existir. Só que a sua influencia na realidade não é alterada, simplesmente o mundo segue normalmente naquele plano pré-determinado. Então a luta contra um "Deus" tirano nos jogos e animes, seria uma forma de mostrar o herói metaforicamente lutar contra o "sistema" criado pelo próprio ser humano.

Um anime que debate bem sobre "Deus" ser um sistema criado pelo homem é o Ichiban no Daimaou. Onde "Deus" é tipo um sistema operacional que administra a magia (mana) de todo o mundo da historia criada pelo mangaka.


É interessante a maneira que os japoneses usam isso para te passar de uma maneira filosófica a maldade humana, além que é uma boa forma de enfrentar o chefe final de maneira épica. Apesar que até analista de jogos vê essa luta do personagem contra "Deus" de uma forma bem afrontosa e até como um defeito do jogo. Falam até que nos jogos debatem sobre a religião de maneira muito errônea. Não concordo com esse ponto de vista, afinal isso é ficção, e a pessoa que faz a historia cria ela da maneira que achar melhor.

Se vai vender o produto ou não isso é algo que o consumidor vai ter que decidir. O estopim dessa postagem, foi eu ver que realmente tem pessoas que se ofendem com assunto sobre nos jogos ou animes "Deus" ser morto ou o mesmo ser um tirano. Muitas esquecem que isso é apenas uma ficção e levam para o lado pessoal, vendo como uma afronta a sua religião. Essa postagem provavelmente não vai atrair a atenção de muita gente, mas gosto de comentar temas em jogos e animes onde ninguém fala sobre.

Enfim, esse tema pode dividir vários pontos de vista e opiniões diversas. Na sua opinião o que você acha sobre um "Deus" tirano" e sobre o personagem da historia matar "Deus"? Acha que isso pode ser usado nos jogos e animes como uma forma de passar a historia daquele universo, ou você vê isso como uma afronta ou algo desnecessário? Comente e vamos alimentar o debate.

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MangaGamer tem planos de fazer crowdfunding para localizar visual novels no ocidente.


A parceria da MangaGamer com a empresa de visual novel OVERDRIVE anda indo muito bem, não é a toa que mais jogos dessa empresa chegam por aqui. Porém essa parceria pretende ir mais além, indo até a parte do crowdfunding. O crowdfunding é basicamente pedir uma quantia x aos usuários na internet para que tal projeto seja aprovado.

Caso você pague e o projeto não alcance o preço x ou o mesmo seja cancelado todo o dinheiro é devolvido para os seus donos. Já tivemos dois casos de crowdfunding na área de visual novel aqui no ocidente. O primeiro caso foi da tradução de uma visual novel feita por fansubs e o segundo foi um documentário da Key feito por um  fã. Ambos foram cancelados pela reprovação da empresa sobre direitos autorais.

Começamos mal, mas demos a ideia, e quem decidiu seguir adiante foi a MangaGamer junto com a OVERDRIVE. Essa pode ser uma excelente oportunidade para o consumidor de visual novel ter mais participação no processo de seleção dos jogos para o ocidente.

Se isso vai dar certo só o tempo dirá, mas a MangaGamer e OVERDRIVE investir nisso não é pela "felicidade" dos consumidores e sim pelo fato disso dar dinheiro. Quanto mais consumidores de visual novel aparecerem mais e mais jogos vão chegar no ocidente. E lógico, mais empresas interessadas em traduzir visual novel também.

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Franquia de School Days vai ganhar jogo para Nintendo 3DS.


Cada vez mais o mercado de visual novels e eroges se interessam em investir no portátil da Nintendo o 3DS. Dessa vez quem esta interessado é o desenvolvedor do School Days onde tem planos de lançar um novo jogo da franquia para o 3DS.

School Days é uma franquia estranha com seus finais sem pé nem cabeça, presenciados por um protagonista sem sal que da noite para o dia se depara com um triângulo amoroso e do nada pega todas as garotas da escola. Porém como a visual novel é toda em anime a imersão no ambiente se torna uma das coisas mais divertidas do jogo, onde isso acaba meio que minimizando esses problemas.

A visual novel de School Days já tem uma versão no ocidente, que pode ser adquirida pela Jast Usa. A nova visual novel vai se chamar Island Days, onde no momento não se tem nenhuma informação sobre o novo jogo; apenas que ele está sendo fabricado. Acho muito difícil um jogo desses sair no ocidente, mesmo a Jast Usa tendo os direitos de lançamento do jogo School Days no ocidente.

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Little Busters Converted Edition de PSP vai ganhar versão em inglês.


O jogo little busters da Key já ganhou tantas versões diferentes que fica difícil saber qual é a versão mais atu al. Na verdade isso é uma forma da empresa continuar a vender um mesmo jogo, inserindo na nova versão apenas alguns extras, onde isso não vai alterar o final da história.

Nessa versão do Little Busters ela é meio que um port do jogo Little Busters Ex para PSP. Só com a exceção que na versão de PSP não tem as cenas de sexo do jogo de PC. O responsável pela tradução basicamente vai adaptar o patch já lançado para PC para o PSP, afinal é praticamente o mesmo jogo só que para PSP.


Não vejo isso como algo que vai prejudicar quem vai jogar essa versão do Little Busters para PSP, isso não vai prejudicar o desenvolvimento da rota, o jogador nem vai perceber que falta algo. A menos que falte uma rota. Mas qual vai ser a vantagem de jogar essa versão do Little Busters? Se você tem um PSP vai ser algo perfeito. Visual  Novel e portabilidade é algo que caem como uma luva. não é a toa que vendem.

Porém se você não tem um PSP isso não te impede de jogar. Temos o PPSSPP que é um excelente emulador de PSP que roda no PC e smartphones. Além que isso dispensa a necessidade de deixar o seu PC com o idioma em japonês para rodar o jogo. Ou seja, jogar a versão de PSP de Little Busters tem mais vantagens que desvantagens. Será isso um presente de Natal? É cedo pra dizer, afinal a tradução ainda está no começo. Pra mais informações acesse o link abaixo.

link: http://patr0805.wordpress.com

leia tambem

Tutorial emulador de PSP. PPSSPP finalmente um bom emulador de PSP.

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E esse tal do Fanservice?


Para os fãs da animação japonesa muito se fala do tal fanservice, o que é ele de onde ele veio? Muita gente fala desse termo hoje em dia muito para designar aos animes ecchi ou com forte teor de erotismo, mas em si o fanservice seria isso?

O fanservice nada mais é do que algo feito para agradar fãs, mas para os otakus costuma ser usada no mesmo patamar do ecchi; como se ecchi e o fanservice foste a mesma coisa. Para os não habituados o ecchi é todo anime e manga que insere elementos de erotismo e perversão na obra, diferente do hentai que tem cenas de sexo explicitas.

A pequena diferença entre o ecchi para o hentai é que no ecchi o cara não pega ninguém e no hentai o cara pega todo mundo. Mas em si como o fanservice é empregado nesses animes? Afinal uma simples cena de safadeza já é considerados por muitos um fanservice.


Muitos associam animes como: Queen's Blade e High School of The Dead a animes focados no fanservice. Porém eu discordo dessa afirmação. Uma coisa é ter material feito para agradar fã, isso é fanservice. Mas um anime onde o foco é na erotização é outra historia. Porém ambos os animes tem material de fanservice. Um exemplo no Queen's Blade é ter um especial das personagens indo para escola, isso pode ser considerado um fanservice, afinal os fãs tendem a gostar de ver personagens femininas tanto amigas quanto inimigas indo para escola.

No High School of The Dead temos um bom exemplo daquele OVA horrível, onde os personagens tem um "episodio na praia" em pleno apocalipse zumbi. Não faz o menor sentido isso acontecer, porém como foi feito para agradar os fãs tivemos um episodio para mostrar as garotas de biquini na praia. Episodio na praia é algo feito para agradar fãs, principalmente os jovens.

No Japão devido a lei que jovens não podem ver pornografia, eles tem bastante repreensão nesses conteúdos +18. Então é normal os jovens se contentarem em programas onde aparecem garotas de biquini na praia. E isso não é só aplicado em animes, isso tambem é feito nas idols, onde aplicam esse mesmo fanservice nos programas de TV.


O episodio de praia é o fanservice máximo, até no anime Bleach teve essa droga. A escolinha e a praia são fanservice bem padrões. Porém não da para dizer que o anime é de fanservice só pelo fato dele ser totalmente erotizado. Uma coisa é ser erotizado e outra é ser de fanservice. Como o anime pode ser de fanservice se ele começou agora; logo ele não tem como ter fãs.

Em anime ecchi (erotizado mesmo) eu vejo o fanservice sendo mais aplicado no meio do anime e em OVAs, onde esses mesmos OVAs hoje em dia vem juntos com os Blu-Rays que são vendidos depois que o anime deixa de ser exibido na TV. Como no Japão ter gravador é algo extremamente normal, não é necessário o japonês seguir horários, basta ele gravar e assistir quando é mais conveniente.

Sabendo disso as empresas de anime, vão ter que colocar um extra no Blu-Ray se não, não vendem. Um exemplo é colocar um wallpaper ou até mesmo um especial de 5 minutos, ou 1 OVA em cada volume do Blu-Ray. E é a partir desse momento que o fanservice de fato é explorado. Fãs gostam de episódios especiais e OVAs que mostram o que eles gostariam de ver. E ter um wallpaper e até mesmo vender produtos personalizados faz parte da parada.

Fanservice não é só designado a "putaria", ele costuma ser bem usado em longa metragens e jogos. Naruto por exemplo em seus filmes costuma ter muito fanservice, inclusive tendo viagem no tempo para mostrar o pai do naruto mais jovem lutando. E no caso de jogos como JoJo, vemos um jogo completamente feito para agradar fã.


Para quem nunca leu o manga ou viu o anime de JoJo aquele jogo de luta nem é tão atrativo. Mas para você que curte a serie o jogo de luta é fantástico. Afinal tem todos os elementos que você apreciou nessa serie, inseridos no jogo. Fanservice e ecchi não são a mesma coisa. Da mesma forma que tem fanservice num anime ecchi, tem fanservice em animes padrões e infantis; tipo Pokemon.

O anime não é ruim pelo fanservice. Ele é ruim por se focar muita na erotização e se esquecer de apresentar bons personagens e uma historia interessante para te prender na trama. Na minha opinião fanservice não é um destruidor e não tem o menor sentido em ele ser um destruidor. O grande problema é que se criou uma tendencia de achar que fanservice e ecchi são a mesma coisa, só que não é.

Enfim qual sua opinião a respeito sobre o termo fanservice? Você considera algo muito bem vindo ou algo que esta destruindo a animação japonesa? Comente e vamos alimentar o debate.

leia tambem:

Falta originalidade no entretenimento japonês? Ou estamos sobrecarregados de entretenimento?
O que um ecchi precisa ter para ser bom?

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A Sega vai fazer um MMO de corrida de Initial D.



A Sega continua o sua longa caminha feliz de mãos dadas com a Nintendo. Não é a toa que grande parte de seus jogos clássicos estão ganhando um remake para a loja virtual do Nintendo 3DS. Porém para a nossa felicidade, a Sega pretende fazer algo bem mais que isso.

E nesse plano eles pretendem lançar um free-to-play de um jogo baseado num anime bem famoso no Japão. O Initial D. O jogo "Initial D: Perfect Shift Online" no momento vai ser exclusivo para o Nintendo 3DS e assim como a serie, pretende se focar em apresentar as famosas corridas de "drift" da serie original.

O beta test só começa a partir do próximo ano e esta sendo bem aguardado pelos fãs da franquia. Mas infelizmente fica a duvida se um jogo desses ganharia uma versão ocidental, onde seria algo muito bem vindo. Além que jogar um MMO num portátil deve ser uma experiencia bem gratificante.


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Cocoro@Function esta sendo traduzido para o inglês.


Um fansub recente anunciou que está traduzindo a visual novel de Cocoro@Function da Pulltop da mesma que fez Princess Waltz.

No momento  a tradução esta no inicio, então no momento é muito cedo para termos uma confirmação se o fansub vai ir até o fim ou vai parar no meio do caminho. O fansub no momento esta a procura de tradutores, onde isso é algo bem comum de acontecer na criação de um fansub de visual novel.

Assim como a grande maioria das visual novels o plot se passa na escola, só que nesse jogo o desenrolar se passa num futuro fictício do Japão. O jogo vai te aprofundar nesse mundo futurístico lhe apresentando um slice of life nesse ambiente. Para mais informações sobre a tradução do jogo acesse o link abaixo:

link:  http://gokurousama.wordpress.com/2013/12/02/announcing-the-cocorofunction-fan-translation-project-3/

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Tales of Zestiria. Novo jogo ainda não saiu e já foi confirmado para o ocidente.


A franquia de Tales of da Namco Bandai tem um novo jogo anunciado. O novo jogo vai comemorar os 20 anos da serie, que vai acontecer a partir de 2015. Desta vez a Namco Bandai anunciou que o jogo vai ser lançado globalmente, ou seja, já temos o jogo confirmado para sair no ocidente. Só não se sabe se o jogo vai ser lançado ao mesmo tempo no Japão e no ocidente.

Provavelmente o jogo anterior vendeu bem aqui no ocidente, fazendo assim a empresa ver o ocidente com melhores olhos. O jogo foi confirmado para o PS3, e no momento não tem uma data definida. Ter Tales of Zestiria já anunciado para o ocidente, só mostra que o interesse pelos JRPGs no ocidente esta voltando e isso é bom, principalmente para que gosta desse estilo de jogo.

E no momento as empresas japonesas não se mostram muito interessadas em fabricar jogos para o PS4. Não é a toa que temos bons títulos anunciados; como o Persona 5 e o novo jogo de Tales of para o PS3. Então para você que gosta de jogos japoneses não precisa ter tanta presa para adquirir o PS4, a menos que você esteja apressado para o novo Final Fantasy.

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A triste bitolação por notas em reviews de jogos.


Vídeo game foi um entretenimento que aos poucos foi conquistando mercado nos anos 90. Hoje em dia, esse entretenimento vende mais que a industria do cinema. Graças a isso temos os mais variados jogos para vários perfis e gêneros de pessoas.

Hoje em dia só não joga quem não quer, afinal tem jogo em tudo inclusive no celular. Mas com a grande quantidade de jogo é normal criarmos um "atalho" para pegar aquele jogo especifico que vamos ter grande certeza que vai nos agradar. Com esse pensamento em foco, surgem revistas de games e hoje em dia temos os portais de noticias de jogos, que alem de informar, servem também para analisar o nível dos jogos que costumam lançar.

A grande maioria deles (ou todos) costumam fazer uma breve analise onde finalizam dando uma nota para o jogo. Onde até ai nada que já não era feito nas revistas de games dos anos 90. Os jogos evoluíram, mas o conceito de fazer um review de jogo continua na mesma visão de 20 anos atras. Pode não ter tanta precisão, mas as notas ajudam muito aqueles que buscam um jogo de seu agrado. As notas servem e ajudam muitos consumidores a tal ponto que a nota dada por quem analisou o jogo é o que vai determinar se o jogo é bom ou não.


Presenciei até uma discussão engraçada, onde como grande parte das discussões de internet não leva a nada. Uma pessoa estava discutindo que tal jogo era bom por ter alta nota nos portais de noticias, enquanto outro discutia que não gostou do jogo por não atender as suas expectativas, alem do gameplay ser repetitivo como a maioria dos jogos que ele jogou. Dando o estopim para a discussão, o garoto falou que o jogo é bom por ter o gráfico, os requisitos técnicos alem da jogabilidade terem ganhado uma boa analise. E que gosto pessoal não significam nada.

Ou seja, você gostar de um jogo por ele apresentar uma jogabilidade divertida para você, não vale nada. Afinal opinião pessoal de quem jogou não conta, por ele não ter analisado a parte técnica do jogo. Então basicamente você dizer que o picolé Magnum da Kibon é bom na sua opinião não vale de nada, por você não ter analisado a formula do picolé, alem de não ter lido a receita e como o sabor é implementado.

Um exemplo bom em relação as notas e essa besteira de analise técnica é sobre a nota do Sonic Lost World do Nintendo Wii U. Aqui no ocidente muitos portais de noticia de jogos deram nota baixa para o jogo, enquanto na Famitsu e em outros portais de noticias de jogos no Japão a nota foi muito alta. O mais interessante disso é que muitos dos jogadores que jogaram Sonic Lost World reclamaram das notas baixas, e falaram que era algo injusto em relação ao jogo que apresenta um nível de diversão e jogabilidade boas.


E enquanto isso, muitas pessoas que nem jogaram o jogo fala que Sonic Lost World é ruim por causa das notas baixas, mas nunca se quer jogaram o jogo. E mesmo se jogassem falariam que o jogo é ruim, porque estão tão acostumadas com esse sistema de notas que limitaram o seu pensamento a aquele único método de analise, não aceitando nenhuma opinião que seja contraria a opinião dada pelos portais de noticias de games.

Algo similar foi o que aconteceu com GTA V. Diferente de Sonic Lost World que teve notas baixas, o GTA V teve tudo nota 10 nos portais de games, com a exceção de um site; onde nele deu nota 9 para o jogo. Só por causa disso teve um grande movimento nas redes sociais que aquilo era um absurdo. E pelo pouco que vi, parece que foi uma mulher que fez a analise do jogo, onde com isso elevou o numero de xingamentos machistas dizendo que mulher não sabe nada de vídeo game e que sua opinião não vale nada; mas esquecem que o publico feminino representa quase metade do publico gamer.

O que da para reparar no caso de notas em jogos é simplesmente o desejo de ser da maioria. Se tal jogo tem nota boa e eu comprar significa que eu tenho bom gosto e sei apreciar bons jogos. Caso eu pegue jogos que saiam desse "grupinho" eu não posso ser levado a serio, por não gostar de jogo "bom" como jogos de guerra e futebol. Isso não passa de pura elitização do entretenimento onde os próprios jogadores criaram para se intitularem melhor ou maior conhecedor de jogos do que outras pessoas, onde no final essa simples ostentação besta não vai fazer o consumidor ganhar nada com isso.


Porém isso não é nada surpreendente, é normal na industria do entretenimento termos grupos que gostam de ostentar conhecimento ou posse determinado produto. Do mesmo jeito que acontece nos jogos, acontece no cinema, anime e até mesmo nos quadrinhos. No caso do cinema, eu vejo um filme para me divertir, muito longe de eu analisar tecnicamente um filme, estou assistindo com o único intuito de ver o filme e nada mais.

Enquanto outros analisam o filme e muitas vezes xingam quem gosta de determinado filme por ele apresentar muitos erros. Na internet vejo muito disso, desde o cara ter que gostar ou não gostar de determinada coisa para ele ser considerado "conhecedor" de algo que não vai dar nada a ele; nem dinheiro e nem elevação moral. Só que ostentar saber muito sobre algo é mais importante do que tentarmos entender as outras pessoas e até mesmo respeita las.

Portais de games fazem um bom trabalho, mas não se esqueça que quem analisa esses jogos são seres humanos e como seres humanos eles tem opinião própria, alem que cada um aprecia e ver os jogos de maneira única e diferente dos outros. Só você sabe de qual tipo de jogo você gosta, se você deixa de comprar um jogo porque alguém diz que ele é ruim, você está deixando de se divertir por causa da opinião alheia. E cai entre nos, é apenas um jogo, não precisa de tanto drama pra isso; pegue o jogo, execute e jogue. Simples assim.

Não vejo os portais de games como algo prejudicial. Tem muita informação interessante ali para quem gosta de se informar sobre jogos e fazer uma boa busca do que comprar no futuro. Mas não leio reviews dos mesmos, não gosto da maneira que se analisam os jogos, dando mais méritos a uns e menosprezando outros. Reviews eu leio, mas de blogueiros que falam de uma maneira mais informal, e sem aquele linguajar das revistas dos anos 90.


A culpa disso é dos portais de noticias de games? Não. Como qualquer portal grande noticias eles tem que ganhar dinheiro, e pra ganhar dinheiro eles vão fazer algo que agrade o grande publico. Reviews de games com notas existem e são feitos dessa maneira porque o publico quer assim. Desde que o grande publico não sinta interesse mais nisso, esse tipo de review deixa de existir.

O grande problema nem são os reviews e sim as pessoas. No final é apenas um monte de pessoas discutindo por algo besta, é só um jogo. Tem pessoas que se sensibilizam mais fácil e se encolerizam mais facilmente quando escuta uma opinião contraria ao seu gosto. É normal se irritar quando essa opinião contraria vem com o intuito de ofender a pessoa. Mas vale lembrar que muitas vezes o cara só pode estar expressando sua opinião.

Considero esse assunto interessante a ser debatido, por de certa forma não só abranger os jogos mas sim todo um universo de entretenimento; desde jogos, filme a animes e mangas. Gostaria de ver uma opinião de outras pessoas em relação a esse tema. O que você acha sobre essa mecânica para analisar games? É necessário levar reviews e analises técnicas a serio?

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To Love-Ru Darkness: Battle Ecstasy. O estranho jogo onde o Rito é "macho".


Depois de um bom tempo de To Love-Ru Darkness, nada mais justo que o mesmo ganhar um jogo. Não faz muito tempo que saiu um artigo que a serie To Love-Ru Darkness irá ter seu jogo para o console portátil da Sony o PS Vita.

E sem demorar muito tempo, foram liberadas algumas imagens do jogo, alem de uma breve sinopse sobre o mesmo. Assim como no anime, o Rito continua naquele harem "irritante" onde todas as mulheres querem receber o fruto proibido, mas ele se nega a tal ato.

Porém um dia o Rito fica tonto e estranho. Ele desmaia. Ele acorda e acaba se deparando com um teto não familiar, quando ele se da conta percebe que esta dentro de um calabouço padrão de RPG japonês. E para a sua surpresa as garotas do seu maravilhoso harem foram raptadas por um ser misterioso, onde provavelmente deve ser o rei dos demônios, ou o diretor da escola.

Rito levanta com o choque, e percebe que perdeu algo muito importante, e se irrita. Abastecido por uma forte aura shonen e por flash-backs genéricos que eleva o seu poder a mais de oito mil. Munido de sua força de vontade e com as armas que ele vai adquirindo na sua aventura, Rito vai aprontar altas confusões em busca de seu harem.

O jogo vai ter o modo padrão, onde nas masmorras você vai derrotando os monstros com o Rito em modo beserker. E no outro vai ser o modo visual novel, onde você vai evoluindo seu relacionamento com as heroínas da historia e quem sabe fazer uma rota com a mesma. É muito cedo para falar mal do jogo, afinal a empresa já fez algo difícil que é transformar o Rito num protagonista macho.

Agora só falta aguardar se o gameplay vai conseguir ser envolvente, que nem jogos como Ore no Imouto. Eu ficaria mais tranquilo se o jogo estive-se sendo feito pela Namco Bandai que já tem um boa experiencia em fazer bons jogos adaptados de anime para consoles.

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O remake de Final Fantasy VI para smartphones não agradou.



Nem tudo sai como o planejado e isso é algo que o remake de Final Fantasy VI anda passando no momento. Dando uma pequena recapitulada, o remake de Final Fantasy VI para smartphones não é apenas um port do jogo de console. Eles mudaram alguns aspectos, como você ter menos "grinding" para evoluir o personagem e assim você ir logo para a historia do jogo.

Onde de certa forma o Final Fantasy VI exige um bom tempo de grinding tanto para evoluir os personagens, quanto obter as magias adquiridas dos espers, onde muitas vezes se torna algo bastante cansativo, mesmo o jogo tendo uma historia fantástica. Nesse ponto o remake pode ser um grande atrativo, por outro lado, a nova arte do jogo que foi anunciada não agradou muito os fãs da serie.

O Final Fantasy VI que surgiu para o Super Nintendo, mesmo com os personagens feitos em sprites, apresentava uma boa arte tanto dos personagens quanto do cenário. Onde infelizmente nesse remake feito, a arte não foi tão bem respeitada. A arte usada é a mesma que se vê nos outros remakes de Final Fantasy para smartphones, onde inserir o mesmo estilo nesse novo jogo não caiu muito bem.

Não que seja ruim mudar a arte original e evolui-la para os tempos atuais. Mas nesse caso a Square Enix fez a arte de maneira muito jogada, tirando o brilho e o feeling daqueles cenários. No momento essa foi uma das poucas imagens que saíram, é muito cedo para afirmar se o jogo para smartphone vai ser uma decepção. Mas se continuar assim é bem mais vantajoso instalar um emulador no smartphone e baixar a rom do jogo e jogar no aparelho. Final Fantasy VI vai sair tanto para Android quanto para iOS.

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Hatsune Miku: Project Mirai 2 vende mais que Pokemon no Japão.


A franquia de jogos de ritmo da Sega "Hatsune Miku" continua se saindo bem, inclusive em consoles que não são da Sony.

O jogo Hatsune Miku: Project Mirai é uma versão do jogo de ritmo feita para o Nintendo 3DS. Onde os personagens são representados em modo "chibi", deixando os mesmos em modelos bem infantis que podem ser bons para agradar um novo publico.

Ou seja, o jogo recebeu uma nintentização. Porém não se pode julgar um jogo pelo que ele aparenta. O jogo segue o mesmo padrão, onde é para você apertar os botões na ordem certa e o mais preciso possível. Enquanto nos jogos de Hatsune Miku da Sony "Hatsune Miku: Project Diva" são jogos onde aparecem os botões para apertar em vários pontos da tela.

No Hatsune Miku: Project Mirai, os botões para apertar vão seguindo numa linha linear, onde essa linha vai indo por toda tela e em modos variados. Nesse formato fica bem mais fácil de acompanhar a sequencia de botões e você cansa menos os olhos em busca dos botões que aparecem em todas as partes da tela como é no caso de Hatsune Miku: Project Diva.

Hatsune Miku: Project Mirai 2 esta conseguiu buscar um bom numero de jogadores na sua ultima versão. De 25 de Novembro a 1 de Dezembro o jogo conseguiu vender 88708 unidades no Japão, ficando a frente de Pokemon X&Y por pouco com 86391 unidades. De certa forma Pokemon já faz um tempo que foi lançado, então ele perde um pouco em poder de vendas, mesmo sendo o segundo jogo mais vendido do Japão no momento.

A única coisa triste dessa constatação é que a Sega ainda não tem planos de lançar o jogo aqui no ocidente. E jogar esse jogo no Nintendo 3DS no momento só se o mesmo for destravado, onde no momento o destravamento do console esta só no inicio.

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Chega manga novo no Brasil. Mas o povo sempre reclama.


Pra você que costuma ficar de olho em noticias, provavelmente soube de três noticias polemicas que aconteceram na semana passada. A primeira e menos importante é do aplicativo "lulu" onde serve para as mulheres jogarem na internet sua raiva e frustração contra os homens. O segundo é sobre o primeiro comprador do PS4 e o terceiro que vai ser tema dessa postagem sobre a polemica do manga Vinland Saga da Panini.

Mas o que diabos um aplicativo, o cara do Entei e o caso da Panini lançar Vinland Saga no Brasil tem em comum? Simples, por ser uma polemica inútil. Vamos começar a historinha no inicio. A Panini Brasil tava dando dicas sobre um futuro manga que ia lançar aqui no Brasil.

Eles com o intuito de viralizar, lançaram uma frase que fizeram muitas pessoas darem suposições sobre qual seria o futuro manga que a empresa ia lançar. Muitos deram suposições que seria Magi, outros falaram que seria um manga shoujo que não vende e outros citaram que seria um manga bizarro. Porém nenhum deles acertou, e acabou sendo o manga de Yukimura Makoto do mesmo criador de Planetes o Vinland Saga.


O manga a ser anunciado era desconhecido para muitos e depois disso um grande publico começou a lotar de comentários na fanpage da Panini fazendo reclamações a escolha. Na internet essa discussão acabou se formando em dois grupos, uns que xingaram a Panini e outros que xingaram quem estavam xingando a Panini e outros que aproveitaram para baixar todo o manga que estava traduzido em português no Uchiha Translators.

Como sabemos numa briga entre nerds (ou otakus se preferir) sempre acaba da mesma forma: ficam batendo boca e não chegam a nenhuma conclusão. Mas como o cara esta no computador provavelmente o máximo que vai acontecer é ele te chamar de poser e que é menos otaku (como se isso ferisse o orgulho de alguém).

No final foi algo que não deu em nada. Porém o que podemos tirar desse caso? As pessoas podem reclamar de algum manga que tal empresa traz ao Brasil? Sim, é logico. Afinal como consumidor você tem o direito de reclamar, mas não se deve esquecer que antes de reclamar tem que se ter um pouco de propriedade no que fala.


Quem perdeu mais nesse caso foi quem reclamou de quem estava reclamando do manga. Primeiro por que em qualquer fanpage na internet, principalmente de produtos sempre tem gente que reclama. Onde vale lembrar que a maioria de quem reclama muitas vezes nunca comprou um manga na vida. Da mesma forma que acontece com quem compra um smartphone Android e reclama do iOS e Windows Phone. Ele vai reclamar, simples assim.

E por que o povo reclamou de Vinland Saga? Pra fazer parte do assunto, como acontece na maioria das discussões desnecessárias na internet. Mas devido a isso surge algo pior do que fazer parte do assunto, que é "a polemica pela polemica". A pessoa em questão nem vai comprar o manga, muito menos ler, mas ela quer se destacar no assunto. Então começa a lançar varias perolas e ofensas para conseguir o máximo de visualizações e curtidas possíveis.

Porem o efeito costuma ser contagiante, fazendo uma pessoa de fora xingar os que estão reclamando fazendo a polemica aumentar. Ou seja, no final quem perdeu foi você, desse atenção ao troll e perde-se horas desnecessárias numa discussão inútil que não vai dar em nada e muito menos agregar conteúdo nenhum do que o publico brasileiro de mangas deseja consumir.


A Panini vai lançar Vinland Saga não é pelos comentários no Facebook ou no Twitter, é pelo simples fato deles analisarem o publico de mangas no Brasil e seu perfil, eles não estão trazendo o manga por que você esta pedindo, eles estão lançando por que tem mais chances de vender do que um shoujo qualquer.

Quer mostrar que a Panini esta errada, é fácil de fazer. É só não comprar o manga. A melhor forma de criticar o produto de uma empresa é não o comprando, não é comentário no facebook que vai fazer diferença. Então não adianta você se aborrecer por assuntos assim. Não importa quão bom seja o produto, vai sempre aparecer alguém nos comentários para falar mal do produto, mesmo nunca tendo consumido nenhum produto daquela marca.

A única coisa que resta você fazer é uma pesquisa sobre o produto antes de compra-lo, não adianta ler comentários alheios, não vai te trazer nenhuma informação útil. Se o manga for do seu agrado compre, se não for deixe o e procure outro produto. Não são comentários negativos que devem influenciar na sua compra e sim se o produto consegue atender suas expectativas.


Não sou consumidor de manga, parei de comprar mangas por aqui a um bom tempo. Prefiro gastar em algo que vai me garantir varias horas de diversão, tipo um jogo ou um livro. Consumir quadrinhos nunca foi para mim um grande prazer. Primeiramente por quase nunca ler manga, nem os disponíveis online estou lendo, esse entretenimento não me agrada tanto.

Entretanto gostaria da opinião de uma pessoa que costuma comprar mangas por aqui. O que você acha dessa polemica que aconteceu na fanpage da Panini em relação a rejeição de Vinland Saga? É uma discussão seria, ou algo bobo que não merece a nossa atenção?

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A Sega permite que a Atlus trabalhe com seus títulos abandonados.


Na época que a Sega comprou a Atlus muito se reclamava em relação a essa compra, onde a Sega prejudicaria a empresa e que Persona 5 nunca mais seria lançado. Por ironia do destino a Atlus continua operando firme e forte e anunciou a produção de Persona 5, tirando os spin-offs de jogos de Persona que estão vindo por ai.

A compra da Sega foi uma boa estrategia, principalmente a Sega que nunca foi muito boa na criação de jogos de RPG. Com a experiencia da Atlus no ocidente, isso pode servir para a Sega voltar aos bons tempos de "reinado" por aqui.

Pensando nisso a Sega deu passe livre para que a Atlus trabalhe em seus títulos abandonados. Ou seja, se a Atlus quiser fazer um jogo de Street of Rage, Shenmue entre outros, ela pode fazer na sua versão, já que a Sega deu permissão a Atlus de operar esses jogos. Se essa permissão vai fazer termos bons jogos ou não só o tempo dirá.

Mas como estamos vendo, a Sega cada vez mais mostra interesse em lançar seus jogos no ocidente, como está sendo no caso de Hatsune Miku: Project Diva, que mesmo sendo um título feito apenas para o publico japonês ta sendo investido no ocidente.

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To Love-Ru Darkness vai sair para PS Vita.


Hoje em dia é bem normal animes ganharem suas versões adaptadas para jogos. E com To Love-Ru Darkness não seria diferente. O jogo que vai sair para PS Vita se chama To Love-ru Darkness: Battle Ecstasy.

Assim como no nome, o jogo de To Love-ru Darkness vai ser um jogo de luta, onde alem de lutar você vai ter que fazer o personagem tocar as garotas, pelo único motivo de safadeza mesmo.

A empresa responsável pelo jogo é a FuRyu, onde fez jogos como Exstetra (PS Vita) e Last Bullet (DS) onde nunca saíram no ocidente, além da empresa também não ter feito muitos jogos. Essa pode ser a chance dessa empresa pouco conhecida alavancar seu nome pegando um título muito popular no Japão.

Porém será pouco conhecido por aqui, pelo fato de nunca ter investido no ocidente.

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A Key abre o site da visual novel de Angel Beats.


A muito tempo se pede pela visual novel do anime de Angel Beats. E a cada vez mais o lançamento desse jogo tão pedido não parece mais tão difícil de acontecer. Recentemente a Key abriu um hotsite da visual novel de Angel Beats.

No momento sem gameplays ou informações. Apenas mostra CGs de background  da visual novel, sem CGs de personagens ou de eventos com as heroínas do jogo. Porém no logo do jogo, tem "2014", ou seja, que a visual novel vai ser lançada para PC no próximo ano.

Agora com a criação do site e da maneira que a Key se mostra interessada com o projeto, termos a visual novel de Angel Beats no próximo ano é algo praticamente certo de acontecer.

link: http://key.visualarts.gr.jp/angelbeats/

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O que um ecchi precisa ter para ser bom?


Na animação japonesa, existe algo que chamamos de arte. E essa arte pode ser resumida pela forma de como ela é trabalhada, se focando em alcançar determinado publico alvo. Nos narutos da vida temos um traço mais rápido e de fácil assimilação na mente, enquanto outro pode se focar no prazer visual.

Porém não vou falar de todo tipo de arte japonesa, muito menos dos narutos. Na postagem de hoje irei falar no meu ponto de vista o que é necessário ter nas putarias japonesas (mais precisamente Ecchi) para ele ser considerado bom. Ou seja, a postagem de hoje ta "muito boa", mas não se desespere, relaxe leia com calma e vamos nos divertir.

O ecchi se eu não tiver enganado significa "pervertido" onde são designados a animações japonesas onde a situação climática é sempre desfavorável fazendo ventos fortes levantarem as saias das garotas sem nenhuma explicação cientifica. Além dos diversos fatores onde o piso da escola sempre esta molhado fazendo o protagonista escorregar no chão liso e caindo de cara nos seios ou na calcinha da garota, fazendo ela gritar mas não ficar emputecida com o protagonista, onde isso na vida real nunca iria acontecer, ou não.

No mundo do ecchi o sol costuma ser muito forte, onde consegue tampar as partes de nudez do anime, mas desde que você compre um protetor solar chamado blu-ray o sol some sem a menor explicação plausível. No final o ecchi é muito focado em garotas que parecem deusas gregas onde essas garotas querem o mesmo cara, e no final o protagonista acaba pegando ninguém e quando pega, escolhe a garota mais chata.


Sabemos os elementos e as regras das perversões japonesas, mas afinal o que é necessário para o anime com esse tema ser bom. Ou até mesmo como esse elemento pode ser inserido nos animes para torna-lo interessante. O que vejo muita produtora de anime recorrer é seguir os padrões da maioria, que podemos chamar caso preferir de "genérico".

Colocamos um anime padrão, protagonista loser que da noite para o dia na escolinha tem seu harem com varias garotas. Onde no final o anime se resume a apenas ter cenas eróticas em cada episodio e com pouco ou quase nenhuma evolução dos personagens. Temos diversos animes com esse estilo, ele vai vender? Sim, vai. Porém não vai concorrer com outros ecchi que conseguem apresentar elementos que deixam o ecchi mais interessante.

Ecchi é algo normal na animação japonesa. Não tem para onde correr, a erotização é algo normal em qualquer anime e manga, inclusive naqueles que a erotização não é o principal. Para dar um exemplo vamos falar dos narutos. Os narutos eles tem como foco principal a ação, onde mostra um personagem que vai evoluindo e cada vez mais vão aparecendo inimigos mais fortes para ele derrotar.

Mas os narutos não ficam constantemente nisso. Em algum momento ele vai mostrar um episodio de comedia e sem lutas, da mesma forma que vai ter episódios de drama e reflexão. Os narutos são de ação, mas ficar apenas nisso se torna algo cansativo, e com o ecchi não seria diferente.


Assim como no ecchi ele tem variações. Em um momento podem estar mostrando a erotização, como depois podem estar apresentando uma evolução dos personagens e até mesmo um combate. Quando um ecchi fica apenas no ecchi ele é um anime que se foca apenas no publico mais hardcore, onde na maioria das vezes os seus personagens são completamente esquecidos depois que você deixa de assistir.

Não importa o quanto um ecchi seja bom no erotismo, se ele não apresentar momentos de comedia e um desenvolvimento do personagem, aquela experiencia vai ser completamente esquecida, fazendo ser apenas uma perca de tempo. Afinal você não precisa ver um anime para ver erotização em desenho japonês. Vá no Pixiv você vai ver vários desenhistas fazendo vários trabalhos com erotização, da mesma forma que você entrar nos "safeboorus" da vida você vai achar toda a safadeza que procura.

Da mesma forma que nos filmes ocidentais como American Pie e Se Beber não Case, apelam para erotização mais como complemento adicionam comedia, afinal piadas sexuais vendem e muito. Se é ver safadeza por safadeza é fácil encontrar na internet, não precisa perder 30 minutos para ver isso num anime. O que gosto de ver no ecchi é que o teor de humor, ou seja uma comedia romântica erótica, são muito boas para rir e divertem. Mas quando se foca apenas na safadeza a serie se torna vazia e deixa de ser interessante.


Não excluo o fato de ter os ecchi de ação como High School of the Dead, afinal safadeza e violência são uma bela combinação. Faz um bom tempo que não vejo animes ecchi e fico nos battle shonen (narutos se preferir). Apesar que nessa temporada teve dois animes ecchi que eu gostei: Yuushibu e Outubreak Company que estão me fazendo dar boas risadas.

No fim esse é o estilo de animação que gosto de ver no ecchi. Sei que tem vários públicos que gostam do estilo e muitas vezes gostam de ver o ecchi pelo ecchi. Afinal se tem isso é porque tem publico e por ter publico ele vende. Eu na minha opinião, gosto de um ecchi que me faça dar uma boas gargalhadas, onde consegue contrastar o erotismo, mas sem tornar os personagens verdadeiros pedaços de carne.

Enfim, essa é minha opinião sobre o que um anime ecchi precisa ter para ser bom, pelo menos pra min. Porém aqui não estou debatendo qual o padrão a ser seguido para ser bom e sim o que é necessário ter para ser bom para você, inclusive se você prefere o ecchi pelo ecchi. Em sua opinião, o que é necessário um anime ecchi ter para ele ser bom? De sua opinião e vamos alimentar o debate.

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O diretor de arte do jogo "Mother 3" participa da criação de um novo jogo.


Nobuhiro Imagawa foi o grande responsável pela arte dos jogos de Mother/Earthbound. Onde para aqueles que não conhecem a franquia Mother, podemos dizer que é um dos melhores JRPG que já surgiram, que mesmo hoje ainda continua sendo bem elogiado.

Agora o diretor de arte da franquia Mother participou da criação do jogo "The Knight & The Dragon" onde é um jogo mobile que roda tanto no Android quanto iOS. Além dele o jogo teve a participação de Yoko Shimomura responsável pela parte musical do jogo e que atualmente faz trilhas sonoras do jogo Kingdom Hearts.

O gameplay do jogo é bem simples como em qualquer jogo feito para smartphones. Mas logicamente em relação a outros jogos do gênero, você vai reparar melhores efeitos especiais, além de uma trilha sonora mais marcante. Os jogo já pode ser adquirido gratuitamente na Google Play.

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Girls Und Panzer vai ganhar jogo para o PS Vita.


Animes que futuramente ganham jogos é algo relativamente normal, principalmente nessa era onde os jogos vendem mais que a industria do cinema.

Girls Und Panzer é mais um anime com garotas fofinhas que vai ganhar um jogo. A empresa responsável pela produção do jogo é nada mais nada menos que a Namco Bandai que já tem uma ótima experiencia na criação de bons jogos adaptados de animes. Bons exemplos de jogos que a Namco Bandai fez de bom foi a visual novel de Ore no Imouto e os jogos de luta de Naruto.

O jogo tem planos de ser lançado só no próximo ano para o console portátil da Sony o PS Vita. Como o jogo esta sendo produzido pela Namco Bandai, da para esperar algo bom vindo dai. Quem sabe o jogo apresente um bom gameplay e um bom envolvimento com o jogador. Um bom exemplo disso foi Ore no Imouto, onde não gostei do anime, mas achei o jogo para PSP muito divertido de se jogar.


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Danganronpa esta sendo traduzido para o português.


Recentemente um grupo anunciou nas mensagens da fanpage do visual novel brasil que vai traduzir o jogo de Danganronpa para o português. Não é de agora que fansubs brasileiros de visual novel andam surgindo, e cada vez mais a velocidade de um novo aparecer vai aumentando.

No momento o grupo esta no inicio e precisa de pessoas que estejam interessadas em ajudar na tradução. Como muitos devem saber o Danganronpa para PSP já recebeu uma tradução para o inglês com a ajuda dos fãs, então para quem tem um bom nível de inglês pode ajudar bastante na tradução.

Caso você queira mais informações sobre o projeto e o grupo que está traduzindo o jogo, acesse o link abaixo.

link: http://danganronpabr.wordpress.com

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Conception II vai sair no ocidente. E a polemica desnecessária.


A Atlus Usa continua trazendo jogos japoneses para o ocidente. E desta vez é a hora do jogo Conception II desembarcar nessas terras, onde vai ter tanto sua versão de Nintendo 3DS e PS Vita traduzidas e localizadas.

O primeiro jogo da franquia que surgiu inicialmente para PSP, nunca foi localizado para o ocidente e teve até uma certa polemica (desnecessária) em relação ao jogo, por ter como tema você ter "filhos" com as personagens femininas do jogo. Onde fez vários portais de noticias de jogos que amam elogiar jogos de futebol e FPS, mas adoram zoar e polemizar jogos japoneses, mostrou um preconceito em relação ao jogo.

Porém os que criticaram nem ao menos jogaram o jogo, não tem nada de improprio ou proibido para menores. Simplesmente rola meio que uma união entre as personagens femininas e o protagonista, onde o sentimento de amor faz surgirem seres espirituais já com espadas e escudos e prontos para lutar. Não tem mulher parindo e muito menos tendo relação sexual, nem beijo tem(não que eu tenha visto).

A forma que Conception mostra esse lance de nascimento das crianças é numa visão muito infantil, onde a criança acha que para uma criança nascer o pai envia uma sementinha para a mãe e assim eles tem um filho. Enfim, um jogo desses sair no ocidente só mostra que realmente tem um publico que gosta desse tipo de jogo, e por ter um publico que empresas como a Atlus Usa se preocupam em ocidentalizar o jogo para agradar esse publico que cada vez mais anda crescendo. Não é a toa que cada vez mais é normal jogos com elementos de moe e erotismo japonês estarem surgindo por aqui.

O jogo vai ser lançado no próximo ano, tanto para PS Vita quanto Nintendo 3DS. E a empresa produtora do jogo é a Spike Chunsoft a mesma criadora dos jogos: Danganronpa, 999 e Pokemon Mystery Dungeon.


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Você é normal?


O entretenimento japonês é algo que agrada a muitos mundo a fora. Tanto no resto do mundo como no Brasil, que existem muitos seguidores que apreciam os seus jogos e animações. Apesar de certa forma ser algo que hoje em dia muita gente conhece, ainda é um entretenimento estranho para muitas pessoas devido a sua cultura e erotização que é muito presente em seus jogos e animações.

E como vejo fãs dessa cultura e lazer, tendem a se perguntar e até se sentirem culpados por não se declararem normais. Mas afinal o que é ser normal? Por que gostar das putarias japonesas é mais culpado do que homem se vestindo de mulher no carnaval?

Ser normal ou agir com a normalidade é algo que deve ser tão buscado para você se sentir bem com sigo mesmo? Ou apenas um elemento para se adentrar as normas da sociedade? A principio como disse inicialmente vejo muitos fãs da cultura japonesa que eu saco logo que tem problemas de admitir que gosta de determinada coisa na animação japonesa. Não é a toa que vejo muitos falando "Eu não vejo por causa do ecchi, assisto pela historia" onde isso não engana ninguém.


Muitas vezes essa pessoa que gosta das putarias japonesas, costumam ver um anime um pouco mais "intelectual" por fora para mostrar que não vê o anime só pela safadeza e sim pelo seu conteúdo. Afinal quem determinou que gostar de uma safadeza na animação japonesa e nos seus jogos é errado ou anormal? Simples, a própria comunidade.

Assim como a sociedade, a própria comunidade otaku também tem os seus pontos de normalidade, pelo fato de a maioria aderir aquele tipo de animação: tipo Naruto. Mas o que é o normal? Essa pergunta já foi respondida, onde é algo que a maioria adere. A normalidade nada mais é do que a maioria das pessoas segue, onde visto de um ponto de vista da sociedade são as normas que você segue para se encaixar dentro da sociedade, fazendo assim você ser considerado uma pessoa normal.

E é por isso que você se vestir de mulher no carnaval é normal, enquanto ir para evento de anime vestido de desenho é algo anormal, afinal isso não é algo que a maioria da sociedade segue. E nesse momento você se pergunta "então ser normal ou não, não tem nada demais", acredite para muitos isso tem, e no meio otaku principalmente no Brasil isso pode ser considerado até uma doença.


Afinal quem não sofre quando uma maioria gosta de uma coisa e você não? Logico não são todos que sofrem disso, muitos não estão nem ai, porem isso pode afetar a pessoa inclusive no meio otaku que muitas vezes sofre preconceitos onde ele não sabe como se defender desse assedio. Não se enquadrar a maioria para muitos pode ser difícil e até atormentador pelo pouco que vejo nos otakus nas redes sociais.

Essa doença tem um nome e se chama "Normose" onde inicialmente é um conceito na filosofia para se referir a normas, crenças e valores sociais que causam angustia, podendo levar até mesmo a morte. Um bom exemplo disso é o próprio Japão, onde a normose é o principal problema da sociedade que tenta adentrar nas normas que sua sociedade emprega, fazendo muitos que não se aderiram a viverem reclusos em casa e até mesmo levando o mesmo ao suicídio.

O problema é tão grande que até a família do jovem, deixa que o mesmo viva recluso no quarto para que a família não seja mal vista pela sociedade, por não ter um filho que passou na sociedade e tem um trabalho de prestigio. E no Brasil o que vejo é de pessoas que gostam de anime, mas tem medo de dizer que gosta disso para não sofrerem criticas, fazendo muitas vezes ela agir e seguir determinadas normas para adentrar naquele perfil social.


Afinal, você precisa ter medo de admitir gostar de tal coisa por ela não se enquadrar a maioria? Ou simplesmente admitir que gosta e não ligar para o que os outros pensam? É difícil dar uma resposta, afinal não sei de seus problemas, para min é muito fácil admitir caso me façam tal pergunta mas para outros pode se tornar algo atormentador.

Para esse caso não vou dar uma resposta concreta, mas um conselho. Gostar de algo visto pela minoria não é o problema, o problema é você se menosprezar por gostar de tal coisa. Não precisa sair dizendo que gosta de anime e das putarias japonesas, vai aparecer alguém de seu perfil na sua vida cotidiana mas cedo ou mais tarde. E sempre respeite o gosto das outras pessoas que tem algo que você considera uma droga. E não se esqueça, amigo de verdade nunca vai te julgar pelos seus gostos e sim pela maneira que você trata as pessoas.


Não se preocupe com a normose na comunidade otaku que condenam quem gosta das putarias japonesas e não dos narutos. Não existe esse negocio de "certo" no entretenimento, todos tem gostos diferentes e saber respeitar o próximo é a melhor coisa que você pode fazer, inclusive com os narutos. Enfim, esse é meu ponto de vista sobre a normalidade, mas você pode alimentar o debate comentando esse assunto, que aposto você já ter presenciado no seu cotiano.

Você acha que ser normal é algo importante, ou isso não é tão importante assim para te tornar um ser humano melhor?

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Hyperdimension Neptunia Re;Birth 2 sai para PS Vita em março de 2014.


A serie com as garotas cibernéticas continua firme e forte no Japão. Onde isso fez mais um jogo da franquia ser anunciado para o PS Vita, onde vai ser o segundo jogo da serie Re;Birth.

Originalmente a franquia original surgiu no PS3 e até ganhou um jogo para o ocidente em 2011. Só que esse novo jogo no momento só foi anunciado no Japão e nenhum jogo da franquia para PS Vita foi traduzido para o ocidente. Porém os fãs ocidentais que tem PSN tem uma novidade.

A Nis America vai lançar no dia 27 de novembro deste ano, o jogo Hyperdimension Neptunia Victory na PSN. O jogo Hyperdimension Neptunia Victory já foi lançado em 21 de março deste ano, e para aqueles que querem gastar menos comprando a media digital essa é uma boa oportunidade.

No momento não se tem planos de trazer um jogo da franquia de PS Vita. Apesar que a Nis America está trazendo Demon Gaze e Danganronpa onde ambos são para PS Vita. Então ter um jogo de Neptunia para PS Vita não é algo fora de cogitação.

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MangaGamer anuncia re-tradução de Higurashi.


Faz um certo tempo que a MangaGamer anunciou via twitter uma possível re-tradução da visual novel de Higurashi. Como sabemos, a visual novel "Higurashi no Naku Koro ni" já foi traduzida pela empresa, mas recebeu reclamações por terem censurado tanto o texto quanto o áudio do jogo.

Fazendo muita gente recorrer a patch não oficiais, onde corrigiam o áudio do jogo. Provavelmente a MangaGamer possa estar corrigindo todos esses erros que ela apresentou no lançamento do jogo e lançar um patch que resolva todos esses problemas.

Ou simplesmente re-lançar o jogo com todas as correções e com um preço especial. É uma boa ideia para pegar principalmente o publico que não jogou o jogo na época que foi lançado. O triste é que o feeling do jogo na época do lançamento não vai ser o mesmo, e isso pode atrair um pequeno publico para essa re-tradução, a menos que seja apenas um patch que corrige esses problemas indevidos.

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Danganronpa tem data anunciada para o ocidente.


O jogo "Danganronpa: Trigger Happy Havoc" (como vai ser chamado por aqui), teve a data anunciada para ser lançado aqui no ocidente.

Vale lembrar que o jogo vai sair para o PS Vita, e que o mesmo foi tirado do "Dangan Ronpa 1-2 Reload" que saiu no Japão onde vem os dois jogos da franquia em um unico jogo. A versão que vai sair para o ocidente é a metade do "Dangan Ronpa 1-2 Reload". Porém mesmo assim vale a compra para aqueles que tem posse de um PS Vita e que é um grande fã de jogos japoneses.

O jogo tem planos de sair no dia 11 de fevereiro de 2014 aqui no ocidente, onde de certa forma isso é um caso raro de acontecer. Ultimamente jogos japoneses como Ys, Demon Gaze e Danganronpa estão dando as caras no ocidente para o PS Vita, que por um lado é bom por mostrar que os jogos japoneses estão conseguindo o seu publico no ocidente, fazendo as empresas aos poucos começarem a olhar melhor o mercado ocidental.

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A maldita ostentação do vídeo game.


O vídeo game foi o entretenimento que se popularizou de uma maneira muito positiva ao longo dos anos, não é a toa que hoje em dia qualquer um sabe o que é um jogo. Afinal um jogo pode estar em praticamente tudo, desde um console de mesa a portátil, chegando até os PCs, tablets e smartphones.

A dificuldade em se obter um jogo é bem mais tranquila em relação a 10 anos atras, principalmente agora que tem empresas que fazem jogos leves para pegar a grande massa, alem de termos os emuladores para quem não aproveitou tal geração do vídeo game. Mas como todo entretenimento que se populariza, costuma surgir certos comportamentos na sociedade, onde muitas vezes podem ser bem bobos se analisarmos bem.

O que vejo acontecer muito no vídeo game hoje em dia, é o que vejo acontecendo nessa geração dos smartphones, a tal da ostentação. Sendo o mais breve possível, a ostentação seria basicamente mostrar que tem domínio de tal propriedade material, e demonstrar para o mundo que tem posse daquilo. Tipo você ter o iPhone, afinal não é qualquer um que consegue ter um iPhone. E isso não é algo que só se resume a celulares, isso vai desde carros, produtos de luxo, roupas e agora o vídeo game.


Muitas vezes o cara compra um console como o PS3 e só compra dois jogos: Fifa e Battlefield. E fica indo em portais de noticia falar dos jogos que tem, e criticar todos os outros jogos que ele não tem e não faz seu perfil (futebol e fps). Ele tem seu PS3, e fica falando bobagem do Xbox 360 e o povo do Xbox 360 fica falando bobagem do PS3. Mas o povo sonysta e caixista brigam por um simples fato: eles querem ostentar que o seu console é superior e não se os jogos divertem eles.

O mesmo acontece com o PC Gamer, que fala que vídeo game é uma droga, só por que não tem a mesma potencia de seu computador Alienware de R$ 8,000. O que acontece com o publico de gamer hoje em dia é o mesmo que acontece com o consumidor de smartphones. Aquilo que servia apenas para brincar e era visto como um brinquedo, agora ganhou um valor. E esse valor é muito usado para demonstrar status, e o mais triste é que as empresas sabem disso e se aproveitam do mesmo.

Em vez de demonstrarmos jogos com melhor jogabilidade, hoje em dia o marketing é o jogo ter gráfico poderoso, para você mostrar aos seus amigos o poder de seu brinquedinho. O grande publico é influenciado pelo status da coisa, e nem se preocupa muito se os jogos apresentam uma melhor jogabilidade e diversão. O mais importante é que o jogo tenha mais poder gráfico e que o mesmo possa floodar a timeline do twitter e facebook com aqueles achievements inúteis que não agregam valor nenhum, e que só servem para fazer a propaganda que você tem um jogo de determinado console.


Será que estamos esquecendo o mais importante de ter um vídeo game, que é pelos jogos e não pelo poder do aparelho? Isso me faz lembrar de discussões que eu via a respeito do PS Vita, onde o mesmo é um console portátil da Sony que não se deu bem e tem poucos jogos.

Mas afinal o que seria "poucos jogos" para o PS Vita? Seria poucos jogos para determinado consumidor adquirir ou poucos jogos em relação aos concorrentes? Na minha opinião o PS Vita é um console portátil que quis oferecer jogos de console de mesa num portátil, onde ao meu ver um console portátil tem que oferecer jogos portáteis, se é para jogar jogos de mesa a experiencia vai ser melhor num console de mesa.

E foi essa uma das táticas do PS Vita fizeram muitos jogos que já tinham no PS3 irem para ele. Mas mesmo assim tem uma gama de jogos que você pode jogar no console portátil, principalmente para você que prefere jogar num portátil e não num console de mesa. E tem bons jogos de RPG para o portátil que valem a pena serem jogados.


Em relação aos concorrentes o PS Vita tem poucos jogos, mas não vejo coerência em falar que tal console tem poucos jogos, faz parecer que você vai comprar a maioria dos jogos que lança, onde na maioria das vezes você só compra no máximo 10 jogos para o seu console, ou apenas um jogo de futebol.

Essa geração gamer olha muito reto, se olhar para os lados você vai ver bons jogos que você não jogou e que agora tem a possibilidade de jogar. Ficar só vibrado nos lançamentos e esquecer o que pode ser adquirido agora, vai fazer você perder boas horas de diversão, principalmente se você gosta de J-RPG. Não me considero um retro-gamer, pra min esse rotulo é desnecessário, não exitem jogos velhos, só existem aqueles jogos que você ainda não jogou.

Enfim, qual sua opinião sobre a ostentação pelo vídeo game? Você acha que deixamos de lado a diversão dos jogos e nos focamos mais em possuir tal console, ou isso não acontece nessa geração?

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