Archive for 2014

A MangaGamer anuncia 3 visual novels (Boas) para o ocidente.



É costume a MangaGamer sempre no meio do ano, anunciar seus principais títulos. Isso acontece, principalmente por causa de acontecer eventos; como Otakon. Onde nesse evento muito do entretenimento japonês é exibido, desde o anuncio de animes em blu-ray para o ocidente e até jogos.

No meio disso tudo, a MangaGamer anunciou dois títulos de peso da Minori: Eden e Supipara. E outra um eroge de terror Euphoria, onde na época de lançamento teve grande polemica devido a sua violência excessiva. Porém são bons títulos, alem de ser muito bom ver o interesse da Minori em lançar os jogos aqui no ocidente, sem ser necessário ir para o Japão e comprar seus jogos.





Saindo um pouco dos anúncios, a MangaGamer ainda vai continuar lançando visual novels para a Steam. Chou Dengeki Stryker, vai ser lançado no serviço. E como previsível ele vai ser um all-ages, para assim atender as exigências da Steam. Mas mesmo assim isso é bom para o consumidor comprar visual novels com mais facilidade; e barato.

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The Menagerie. Provavelmente o primeiro Eroge ocidental.


Visual novel ocidental cada vez mais virando uma tendencia, onde aos poucos mais jogos desse estilo vão surgindo. O ultimo que foi muito falado, inclusive no Japão foi o Sakura Spirit, com sua incrível CG Art, que acabou agradando o publico que curte esse tipo de jogo.

Pois bem, uma empresa ocidental de visual novel "Lupiesoft", anunciou o desenvolvimento de seu 3ª jogo "The Menagerie". A visual novel que vai ser +18, vai ser um Yuri, ou seja, relacionamento homossexual entre garotas.

E como da para reparar, vai ser inserido os mais diversos tipos de personagens, desde furry a monster girls, para pegar todos os fetiches possíveis, apesar que faltou o fetiche "kirito menina" nesse eroge. No momento a visual novel não tem data de lançamento. Para mais informações sobre a empresa e seus jogos, acesse o link abaixo.

link: http://lupiesoft.com/menagerie/

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O triste fim da tradução de Final Fantasy Type-0 para PSP.


Esse acontecimento não deve ser novidade para ninguém. Afinal grande parte dos fãs de Final Fantasy estavam acompanhando o processo de tradução dos fãs do Final Fantasy Type-0, onde é considerado por muitos (incluindo eu), um dos melhores Final Fantasy já feitos.

Caso você esteja perdido e não esteja entendendo nada do que esta acontecendo, aqui vai um breve resumo da novela. Em 2011 a Square Enix lança no Japão o Final Fantasy Type-0, onde inicialmente, a empresa não tinha qualquer intenção de lançar o jogo no ocidente.

Os fãs mais fervorosos, que manjam o idioma da terra do sol nascente, compraram o jogo em japonês para jogar no seu adorado PSP, onde eles viram que o jogo era mais de oito mil vezes melhor que o irritante Final Fantasy XIII, e sua historia incoerente e sem graça. Fazendo assim os fãs espalharem a noticia na internet que o Type-0 era sim um Final Fantasy de verdade e que deveria ser lançado no ocidente.

Com isso começaram a enviar emails e fazer petições para que a Square Enix lançasse o jogo no ocidente, que seria algo muito bem vindo. Porém o que a Square Enix fez? Ignorou completamente o apelo dos fãs, nem rolou um "Please Understand!" para justificar algo. Depois de 2 anos sem nada e serem completamente ignorados, os fãs resolveram eles mesmo lançarem o jogo traduzido para o inglês.


A noticia se espalhou na internet, e o a Square Enix fez? Nada, nem ao menos enviaram um email mandando eles pararem, simplesmente eles não existiam aos olhos da empresa. Porém, nessa altura do campeonato, os fãs não estavam nem ai para empresa. E ao longo de um ano começou uma tradução a nível profissional. Contando com dezenas de tradutores, designers, revisores e programadores.

O que tudo isso gerou? Simplesmente uma das melhores traduções independentes já feitas por fãs. O trabalho tá primoroso, você não percebe que o jogo foi traduzido por fãs, parece que foi feito por uma empresa mesmo, parece um trabalho oficial. Uma verdadeira obra prima. A ultima tradução feita por fãs que eu vi que ficou nesse nível de qualidade foi com o jogo Mother 3 de GBA.

Depois do anuncio do pacote do jogo completo, em menos de 2 dias a Square Enix anuncia o jogo em HD para PS4 e XBOX One. O anuncio foi tão desesperado sobre do jogo para o ocidente, que até o blog oficial do Playstation, disse que o jogo sairia para o PS Vita e PS4, afinal seria o mais logico. Pelo fato do jogo ser de um portátil, o normal de uma versão em HD é sair no PS Vita.


Mas depois de 1 hora, o blog da Playstation anunciou que o jogo não sairia para PS Vita, apenas para PS4 e XBOX One. E adiantando a historia, a poucos dias o grupo que traduziu o jogo disse que foi ameaçado a remover qualquer material em relação a tradução de seu site, o que impede nesse momento de você pegar o pacote de tradução do jogo no site deles.

O que da para aprender com esse tipo de atitude da Square Enix? Não sei por você, mas o minimo que posso falar é: Nunca defenda uma empresa. Não importa se é de games ou de celulares, eles não são seus companheiros, eles assim como qualquer empresa vai fazer de tudo para tirar cada centavo de seu bolso para vender o seu produto.

E é entre essas e outras situações que eu não entendo o que faz uma pessoa se considerar: caixista, sonysta e nintendista. Da para sentir algum orgulho disso? Você só esta constatando que é um consumidor escravo de tal empresa, você só esta fazendo justamente o que a empresa mais gosta, que é ter um cliente fiel que vai sempre comprar o seu produto; mesmo sendo um produto ruim.


Square Enix faz bons jogos? Sim, tem muitos jogos bons. Isso não tem o que discutir. Mas não é ela fazer jogos bons que implica dizer que é uma empresa que respeita seu consumidor. Traduzir um jogo sem ser autorizado, não é algo legalmente aceito na lei, mas toda essa novela aconteceu justamente pelo fato da empresa não dar resposta a seus fãs, que são aqueles que consomem seu produto, onde deveriam ser bem tratados, afinal são eles que fazem ele continuar ai, existindo.

Se o fã fosse mais exigente, certas coisas como isso não aconteceriam. Afinal, para que lançar Final Fantasy Type-0 no ocidente, se eu vou ter uma venda certa de Final Fantasy XIII(1, 2, 3), que mesmo sendo uma droga, vai vender pelo fato do fã sempre comprar os meus jogos? Então não tem problema eu Square Enix, com meus fabulosos poderes de persuasão, acabar com esse grupo de tradutores e lançar um jogo em HD para PS4 e XBOX One, onde no final mesmo o fã que não gostou, vai comprar de todo jeito.

Digo e repito. A melhor forma de se criticar uma empresa que te fornece um entretenimento, é não comprar o seu produto. Tá insatisfeito com a postura da Square Enix, simplesmente não compre o jogo. Não adianta nada o fã xingar a Square Enix no Twitter, dizendo que eles foram babacas (e realmente foram) e no dia do lançamento comprar o jogo mesmo assim. Você só da margem, para que empresas de games continuem a explorar você consumidor cada vez mais.


Mas antes de terminar essa postagem, vale lembrar que uma vez na internet, não se tira da internet. A tradução do Type-0 foi concluída e já circula livremente nos torrents. Inclusive você pode encontrar a ISO do jogo já pacheada em inglês, onde você só precisa baixar e colocar no PSP ou emulador que vai rodar o jogo traduzido numa boa.

No fim uma empresa pode facilmente derrotar um grupo de tradutores de jogos, mas não se pode derrotar a internet. Enquanto isso vamos jogar o Type-0, afinal o jogo é tudo de bom, só não posso falar o mesmo da Square Enix.

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Armored Warrior Iris, mais um nukige da MangaGamer.


Soukou Kijo Iris (Armored Warrior Iris no ocidente), sera a nova visual novel que a MangaGamer vai lançar no ocidente. Mostrando que esse mercado de eroge conseguiu um bom nicho no ocidente, mas que não chega a agradar o publico que esta atras de uma boa historia numa visual novel.

Assim como qualquer jogo da Lilith, espere mulheres com roupas de combate, que estão enfrentando alguma ameaça como demônios e alienígenas (nesse caso alienígenas), onde elas não derrotam ninguém e são estupradas por esses seres.

Se você não gosta desse tipo de jogo que seriam os nukiges, onde são basicamente visual novels focadas na putaria e menos na historia, pode deixar de jogar esse jogo e buscar algum outro tipo de visual novel. Não que não exista visual novel nukige interessante, como é no caso de Imouto Paradise, onde a MangaGamer vai lançar aqui no ocidente, mas no momento sem data de lançamento.

Para mais informações sobre o jogo e compra, acesse o link abaixo. Armored Warrior Iris vai ser lançado no dia 18 de julho desse ano.

link: http://www.mangagamer.com/detail.php?goods_type=1&product_code=113

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Muv-Luv Alternative Chronicles Vol.1 foi totalmente traduzido para o inglês.


O fansub Alternative Project, anunciou recentemente (ontem) o patch em inglês completo da primeira parte da visual novel de Muv-Luv Alternative Chronicles. Onde o jogo é dividido em 4 partes.

O jogo é uma Kinect Novel, ou seja você não toma decisões, só acompanha a historia. Isso pode ser visto como algo ruim pra muita gente, mas muitas visual novels que costumam ser Kinect Novels costumam apresentar uma historia excelente e um plot (sem ser os seios) muito bem executado. Um bom exemplo disso é o Saya no Uta, Higurashi e Planatarian.

Para ter mais informações e saber sobre a instalação do patch de instalação recomendo acessar o link abaixo.

link: http://alternativeprojects.wordpress.com

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Shuffle! Really Really tem data de lançamento anunciada. Agora você pode pegar a professora.


Parece que finalmente a MangaGamer cansou de vender nukiges e vai começar a lançar visual novels boas nesse ano de 2014.

A primeira delas vai ser o fandisk de Shuffle! o Really Really. Assim como foi no Shuffle Tick Tack, essa versão vai ser focada na personagem Kaede, aquela personagem que você nunca deu muita bola no primeiro jogo da serie.

Mas diferente de Tick Tack onde o foco chega a ser exclusivamente numa personagem apenas, nesse fandisk chega a ser praticamente um novo jogo, pelo fato de você ter 6 rotas. A rota da Kaede já está garantida, mas você também pode fazer a rota da Asa Shigure que nessa versão está com cabelo longo.









Tem uma nova personagem na historia, a Sakura Yae onde ela é a amiga de infância de Kaede. A rota da Primula já esta garantida e com novas CGs. Porém uma das grandes novidades dessa nova versão é poder fazer as rotas da: Mayume Thyme e Nadeshiko Benibara.

A Mayume é aquela personagem do primeiro jogo, onde ela é metade humana e metade demônio, onde um olho dela é vermelho e o outro azul. Provavelmente como essa personagem era muito popular na serie, decidiram dar a sua merecida rota nesse jogo. No caso da Nadeshiko ela é aquela professora do primeiro jogo onde em nenhum momento rola alguma intimidade entre o protagonista e ela.

Concluindo, essa versão de Shuffle é basicamente um jogo novo colocando novos elementos. Caso queira tirar suas duvidas, a MangaGamer disponibilizou uma versão "demo" para você testar e ver se vale a pena comprar ou não (ou baixar na locadora de torrent). O jogo vai sair em 6 de Junho deste ano, para mais informações siga o link abaixo.

link: http://www.mangagamer.com/detail.php?goods_type=1&product_code=100


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Como anda a situação das Visual Novels na Steam?


Steam é um serviço que está aí a um bom tempo e provavelmente todo tipo de gamer deve saber como ele funciona. Muitos o usam por oferecer melhores preços, tirando a facilidade de comprar e obter o jogo desejado. Afinal até em boleto bancário é possível comprar o jogo que deseja.

Quase todos os jogos que chegam costumam vender o jogo em mídia digital pela Steam. Não é a toa que até jogos exclusivos de console como Agarest lançou seu jogo no PC via Steam, onde ele só lançou em mídia digital poupando os custos da mídia física.

Se até jogos japoneses estão aderindo a Steam então a mesma coisa vai acontecer com visual novels não é? Infelizmente não é isso que está acontecendo.


Visual Novel na Steam você até encontra, mas numa quantidade muito limitada. Você vai encontrar muitas visual novels indies, mas as profissionais você pode contar nos dedos. Até empresas que lançam jogos japoneses indies por padrão colocam os jogos na Steam sem pestanejar. Mas quando se trata de visual novel o movimento é bem tímido.

Se você busca visual novel +18 pode esquecer que na Steam não tem; deve ser regra deles. Você encontra algumas visual novels all ages como Go Go Nippon mas tirando isso o resto é indie. Enquanto tivemos poucas visual novels all ages e essa timidez do mercado continuar, ainda teremos pouco produto de visual novel para consumir.

Um bom exemplo disso é Steins;Gate onde já faz um tempo que lançou e até agora nada de sair na Steam e o pior é que tem tudo para vender. Com isso o consumidor de visual novel continua tendo dificuldade para comprar o produto onde na Steam o mesmo iria pagar menos e adquirir o jogo com mais facilidade.


Enquanto continuar assim o consumidor que deseja comprar visual novel na Steam continuará sendo muito limitado. Visual Novel boa tem, como: Cherry Tree Comedy Club e Go Go Nippon. Mas o maior problema no momento continua sendo a quantidade.

Enfim, para obter a maioria das visual novels lançadas no ocidente você deve recorrer ao site oficial da empresa que traduziu. Infelizmente essa é a situação de quem pretende comprar visual novel ocidental. Poderia ser melhor, mas no momento é isso que temos. O que resta é esperar a boa vontade das empresas responsáveis. Quem sabe no futuro não teremos mais jogos para jogar? Steins;Gate seria uma boa opção. Só que isso não depende da gente.

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Exogenesis. Visual novel que pega referencias a Phoenix Wright e Zero Escape.


Graças ao Kickstarter, vários grupos iniciantes conseguiram lançar seus projetos, pelo fato do sistema permitir receber doações de seus apoiadores para assim o grupo conseguir verba suficiente para abrir seu projeto.

O Kickstarter anda sendo muito usado para quem deseja ganhar verba para a construção de um jogo, onde nesse caso anda sendo bem satisfatório. E nesse caso não é diferente. Uma visual novel esta nesse processo de recebimento de verba no Kickstater, o nome da visual novel é Exogenesis e mesmo sendo uma visual novel ocidental, ela apresenta muitos elementos famosos de visual novels como Phoenix Wright e Zero Escape, alem de uma arte muito boa.

No meu blog o meu foco são jogos japoneses, ou seja feitos no Japão. Porém como cada vez mais desenvolvedores de visual novel no ocidente andam aparecendo e seus projetos terem a mesma experiencia de qualquer visual novel, nada mais que justo do que comentar esses jogos nesse blog também. Afinal eles mantem a essência de um bom jogo e jogos bons não são determinados pela sua nacionalidade.


O jogo se passa num futuro pos-apocalíptico. Os personagens do jogo são caçadores de recompensas, onde dentre eles está Yudai o protagonista da historia. Ele está em busca da "Arca de Noé", onde ele acredita que com esse tesouro ele pode ressuscitar sua irmã morta. O jogo além de ter varias escolhas e muitos finais como em qualquer visual novel, ele também vai ter puzzles para serem solucionados e assim avançar na historia.

Para que esse projeto ficar pronto o grupo pede $32,000 onde se tudo der certo eles vão poder concluir o jogo. Pelo que parece o jogo tem tudo pra ser uma boa visual novel. Espero que eles consigam a quantia necessária, visual novel boa sempre é algo bem vindo.

link: https://www.kickstarter.com/projects/2921787/exogenesis-post-apocalyptic-tokyo-adventure-visual

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Hora de falar sobre a Temporada de Primavera 2014.


Assim como qualquer temporada de animes acontece um ritual na internet chamado de "comentando a temporada". Nesse tipo de postagem, os blogueiros costumam falar de todos os animes de determinada temporada, colocando a foto de determinado anime e dando sua breve opinião. E com isso os blogueiros esperam que leiam suas opiniões, mas os leitores só vê as fotos dos animes novos, não leem nada da postagem e vão baixar o anime com foto mais interessante no Punch Fansubs e no Anima Kai.

Por motivos de bom senso (e por não ter tempo e paciência pra ver todos os animes) irei só comentar do que estou assistindo e o que achei interessante. A única coisa similar dessa postagem com dos outros blogs é sua inutilidade vá no AniChart e pesquise o que deseja ver. Enfim, como em qualquer temporada sempre temos o "destaque da temporada" que nesse caso é o anime dos personagens que fazem aquelas posses extremamente homossexuais: JoJo Bizarre.

Mas vamos por partes. Uma das coisas mais peculiares foi a quantidade de anime Shonen, mostrando que a temporada já começou boa. Tinha de tudo, desde animes de robôs gigantes, esportes, yu gi oh novo, entre outros. Captain Earth foi um anime que me surpreendeu muito na sua animação. Tudo é muito bem desenhado, parece até um longa metragem.


Com um anime de boa animação como Space Dandy, ter outro anime com uma animação impecável é algo sempre bem vindo. Mas mesmo um anime com todas essas qualidades tem algo que me incomodou, que foram os personagens. Os personagens são inseridos de maneira tão rápida e jogada que é difícil criar empatia com os mesmos. Isso fez eu parar de assistir o anime no primeiro episódio. Não que o anime seja ruim, mas não me despertou tanto interesse, além do protagonista fazer o desenrolar da trama não ter graça.

Um dos animes de esporte da Shonen Jump que chegam nessa temporada foi o Haikyuu, onde é um anime com um tema diferente das outras obras da Shonen Jump que é sobre amizade e superação.

A história se passa com o Hinata onde é um garoto baixinho e de voz fina que ainda não saiu do armário. Com medo de ter suas preferências sexuais descobertas pela escola, ele entra num clube de vôlei feminino para se esconder. Como as garotas desse clube eram fujoshis e os professores já sabem que o Hinata já gostava de outra fruta, deixaram ele entrar no vôlei feminino. Afinal ele é inofensivo não vai dar em cima de nenhuma garota; e realmente ele não deu em cima de ninguém.


Mas como todo yaoi tem que ter o seu romance, um certo dia Hinata vendo TV e escutando One Direction no seu iPod ele assistiu a uma partida de vôlei no qual ele ficou admirado com um levantador na partida. Com isso ele teve um sonho. Que era o de provar que garotos baixinhos e de voz fina podem se tornar bons jogadores de vôlei. Gostei da série e pretendo acompanhar nessa temporada. Curto animes de esporte, gosto bastante da temática desse tipo de animação. Apesar que pra esse tipo de obra, gosto mais de acompanhar o manga. Como estou fazendo com Hajime no Ippo e Haikyuu.

E mais um anime que estou acompanhando é o terceiro arco de JoJo Bizarre que foi finalmente animado para os tempos atuais. Nos primeiros arcos não curti tanto como foi no caso do manga, onde as lutas são bem mais tensas. Mas no caso da terceira parte gostei mais do desenrolar que na versão em manga. O que até me surpreendeu, pelo fato do primeiro episódio eu não ter gostado.

Nessa nova aventura mais uma vez se passa com um sucessor da longa linhagem dos Joestar. Só que dessa vez o inimigo volta a ser o Dio (Diva) que foi ressuscitado graças a ajuda de pescadores musculosos. O JoJo da segunda parte (que agora está velho) descobriu que o rei das trevas Dio voltou e pretende se vingar de toda família Joestar com posses extremamente homossexuais.


Com isso o JoJo decide ir para o Japão atrás de seu neto Jotaro que tem todos os elementos de um protagonista. Dentre eles Jotaro tem o elemento básico de qualquer protagonista, onde é começar a aventura sendo acordado pela mãe. Jotaro tem um grande poder que ele desconhece onde logo é explicado que esse poder desconhecido é chamado de Persona. E para aumentar os poderes de seu persona é necessário ele aumentar sua interação com as pessoas.

Com isso o delinquente Jotaro vai aumentando seus vínculos sociais e se tornando um personagem um pouco mais heróico. Depois do segundo episodio, a serie começou a mostrar o seu potencial e esse foi um dos motivos que me motivaram a acompanhar a serie. Se você não viu as duas primeiras partes não é necessário você ter obrigatoriamente visto para ver essa terceira parte.

É bom você ver para entender o passado da família Joestar. Mas no terceiro arco tudo é diferente, enquanto no primeiro e segundo arco é a luta contra seres vampíricos e os protagonistas usam o poder do Hamon. No terceiro o poder usado é o Stand que são seres que lutam pelos personagens. Mas se você quer entender um pouco do vilão basta ver a primeira parte.


E por último estou vendo o No Game No Life. Eu nem esperava muito desse anime, muito menos em assistir. Mas devido aos elogios da internet decidi assistir. Não é nada do que já estou acostumado a ver em animes chatos de ecchi, só que tem um detalhe; as referencias. O anime faz referências a jogos como Phoenix Wright e a mangas como JoJo Bizarre.

Mesmo não sendo uma de meus estilos favoritos, gostei do desenrolar dessa série. Vamos ver os próximos episódios, se manter o nível que nem o episódio 3 espero muito desse anime. Essas vão ser as séries que pretendo ver até o fim. 2 a 3 animes já é mais do que suficiente para se divertir com animes no final de semana. E antes de mais nada essa é apenas minha opinião sobre anime.

Vale lembrar que gosto mais de animes de ação. Então séries de slice of life são algo que dispenso. Tem outros dois animes que pretendo ver como Black Bullet e o anime do mesmo criador de Elfen Lied "Gokukoku no Brynhildr". Porém no momento estou sem paciência, esses 3 animes já bastam para me divertir.

Enfim o que você está achando dessa temporada de animes? E quais animes você está assistindo e recomenda?

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Visual Novel da brincadeira do 1ª de Abril vai ganhar jogo.


Como não tem nada de interessante pra comentar sobre o mercado ocidental de visual novel, nada mais justo do que comentar das novidades do que andam acontecendo no Japão; se não o blog fica morto.

Uma das curiosidades que andam acontecendo é na empresa Front Wing empresa criadora do jogo Grisaia, onde você já pode encontrar o primeiro jogo em inglês na locadora de torrents. No 1ª de Abril desse ano que já passou, eles fizeram a divulgação de uma brincadeira. Onde uma das personagens da visual novel Grisaia se transformava numa Mahou Shoujo.

E parece que essa brincadeira acabou agradando os japoneses otakus que gosta desses babados. Fazendo assim o jogo começar a ser produzido. Chiruchiru☆Michiru vai ser um spin-off da franquia de Griasaia, onde ele vai ser dividido em duas partes. A primeira vai lançar em setembro e a segunda parte em dezembro desse ano.

link: http://frontwing.jp/product/mgm/index.html

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Easy ou Hard? O que isso influencia no seu jogo?



Uma semana se passou e "praticamente" não teve muitas novidades interessantes sobre visual novels; pelo menos no ocidente. Já sabemos que Steins;Gate foi lançado e já pode ser adquirido por todos, inclusive quem baixa na locadora de torrents. Teria a nova temporada de animes para comentar, mas ainda está muito cedo para debater sobre isso. Enfim, o que sobra é fazer uma postagem opinativa a cerca de um tema em especifico que nesse caso seria se tratando de jogos.  

Na postagem opinativa anterior foi debatido sobre Waifu e as posses extremamente homossexuais de JoJo Bizarre, mas hoje irei debater um tema que presencio tanto nos jogadores de hoje, quanto dos leitores que participam da fanpage do blog. Onde o tema de hoje é discutir a respeito da dificuldade de um jogo. 

De acordo com o tema que o blog debate, acredito que grande parte daqui prefere jogos de RPG, então meio que chega a ser normal esse publico não gostar muito de jogos difíceis e sim jogos que apresentem uma historia e um envolvimento com o jogador. Mas sei que tem aqueles que gostam de jogar jogos desafiantes e que fazem questão de sempre melhorar seus records e desafiar dificuldades mais elevadas. 


Pude analisar esse comportamento em duas postagens que fiz na fanpage do blog a respeito da dificuldade de jogos. Uma delas foi a respeito da dificuldade do jogo Touhou, onde muitos diziam sofrer dificuldade até no Easy desse jogo. Enquanto uma pequena minoria costuma jogar em leveis bem mais elevados e começaram a falar como é absurdo jogar no Easy. 

No segundo caso, foi quando eu mostrei uma screenshot do jogo Hatsune Miku: Project Diva F (PSP), onde eu joguei no level Extreme (level mais alto) e tirei nota Great na musica. Onde o caso meio que se repetiu, e muitos meio que acharam o feito extremamente difícil ou impossível (no meu caso achei a dificuldade mediana).  

Pra min por exemplo jogar Touhou e Hatsune Miku: Project Diva no Easy é uma experiência totalmente sem graça. O Hard considero uma dificuldade bem aceita pra esses jogos, e o Extreme uma dificuldade para desafiar seus limites. Mas não vejo isso como uma impossibilidade feita para o jogador não vencer. Afinal se existe aquela dificuldade é que foi feita pra ser vencida. 


Logico que não vai ser fácil você superar essa dificuldade da noite para o dia, como qualquer jogo é necessário praticar. O que vejo muito é a pessoa jogar o jogo e quando encontra uma grande dificuldade ele o taxa como "impossível", sem ao menos tentar jogar mais algumas vezes. 
Dificuldade é algo que tem que ter em qualquer jogo. É uma forma de saciar o jogador quando tal desafio é superado. 

Entretanto realmente tem aqueles jogos que tem uma dificuldade "mal feita". Isso acontecia muito com jogos antigos onde não tinha um nivelamento no nível de dificuldade. Se você esta começando a jogar um jogo é normal você começar no Easy e assim ir subindo aos poucos caso queira aumentar a sua carga de desafio. 

E outra é você jogar um jogo, onde na primeira fase é tranquilo e do nada a dificuldade aumenta absurdamente como é no caso de Battletoads do Nintendinho. Hoje em dia os jogos tem um excelente sistema de nivelamento que fazem o jogador progredir ao longo do tempo. Mas mesmo assim nada disso adianta se o jogador não gosta de se frustrar jogando, onde faz assim muitas empresas terem que deixar o jogo absurdamente fácil.  



Nem cito muito os RPGs quando se trata de dificuldade, porque considero jogos desse tipo focado na imersão do jogador a aquele mundo e regras. Porém mesmo assim as vezes a dificuldade absurdamente fácil podem deixar o jogo chato de se jogar. Ao meu ver Pokémon é um estilo de jogo que é extremamente fácil de se jogar e chega a ser um jogo totalmente sem desafio. O ultimo jogo de Pokémon (oficial) que joguei foi o Pokemon Black & White 2. 

O jogo é excelente em relação aos outros jogos que joguei da franquia original do jogo. Tem tantas coisas novas e a imersão do mundo é tão boa que o jogo realmente diverte. Porém o jogo é extremamente fácil, é como se os criadores tivessem medo de te frustrar. O jogo muitas vezes ficava monótono por eu saber que não teria nenhuma dificuldade no próximo desafio. 

Mas é graças a essa facilidade e o jogo não trazer "frustrações" que torna o jogo tão agradável para uma grande parcela de jogadores. Em Pokémon a palavra perder quase que não existe no jogo. Você pode até perder uma partida contra um líder de ginásio, você vai perder dinheiro, mas a experiência ganha pelos Pokémons não será perdida. 



O jogo tenta dar aquela sensação que você esta sempre avançando, pra assim o jogador nunca se frustrar. Mesmo sendo algo que não curto, o jogo Pokémon continua sendo um jogo divertido e que sabe fazer esse esquema de não "frustrar" o jogador de maneira muito bem executada. Não é a toa que Pokémon é jogado por adultos e crianças até hoje. 

Então não acho estranho um jogador dizer que jogar Touhou é algo impossível. Uns preferem jogar pelo passatempo e pra se entreter e não quer passar por momentos frustrantes enquanto joga um joguinho. Da mesma forma que tem pessoas que gostam de jogar um jogo para se divertir e ter desafios.  Não vejo motivos para ter brigas em relação a isso, levar a serio se um cara joga melhor ou não que você é de uma bobagem monumental. Só que devido a essa grande leva de jogadores diferentes é importante saber fazer um nível de dificuldade que agrade tanto os que jogam em Easy e no Hard. 

Um dos jogos que vejo se ajustar muito bem a isso é Disgaea. Onde o jogo é um RPG estratégico, onde você pode chegar a leveis absurdos como o level 9999. Mesmo pra aqueles que não curtem um RPG estratégico por serem bem difíceis, Disgaea consegue nivelar bem o nível de dificuldade do jogo. 


Mesmo você sendo péssimo em jogos de SRPG o jogo é bem fácil de jogar e entender as regras. Além do fato do jogo ter um dos elementos que gostaria de ver mais nos jogos onde eu chamo de "buscar seu próprio desafio". Se você busca zerar o jogo, você vai ter um desafio padrão e pode até achar fácil. 
Mas o jogo reserva outros desafios, onde você não é obrigado a fazer como desafiar o "Item World" e até lutar com bosses secretos. Nesse ponto você determina o seu limite e é através disso que mesmo um jogador que não curte dificuldade, pode acabar sentindo vontade de elevar o nível de dificuldade, sem ser necessário o jogo mandar você fazer aquilo. 

Um exemplo de jogo que não acho um bom nivelador para um jogador iniciante é o Touhou. O que não curte se frustrar muito, vai basicamente jogar o jogo no Easy, vai sofrer e não vai jogar o jogo nunca mais. Mesmo o jogo tendo o "Practice Mode", não é todos que tem paciência para praticar para melhorar sua habilidade no jogo. Jogo de nave costumam ser bem difíceis, afinal grande parte são feito por japoneses e os mesmos já estão adaptados a esse nível de dificuldade.

Porém sempre existe a exceção a regra. Um bom exemplo é o Raiden II do PS1, que considero um jogo perfeito pra quem é iniciante em jogos de nave. Alem de ser um dos meus jogos favoritos desse gênero.


Mesmo com jogos muito difíceis e uns muito fáceis, o que podemos falar dessa atual fase dos games é que ela é boa. Antigamente jogar um joguinho você tinha que ter um perfil pré-definido de tolerância. Afinal naquela época não tinha essa imensidão de jogos com os mais variados estilos, gêneros e dificuldades. 
Hoje os jogos podem agradar a qualquer tipo de pessoa. Desde aquelas que gostam de jogar pelo desafio, pra aqueles que gostam da imersão de um jogo, assim como aqueles que jogam como um passatempo. Jogos difíceis sempre vão existir e jogos fáceis vão estar sempre ai, mas assim como um filme, desenho ou quadrinho existem gostos e cada um tem o estilo e jogabilidade que mais lhe agradam. 

Como esse é um tema que divide opiniões eu sempre gosto de escutar uma segunda opinião. Na sua opinião a dificuldade de um jogo influencia em alguma coisa na jogabilidade? Você acha que jogos muito fáceis prejudicam a indústria de games? De sua opinião e vamos alimentar o debate. 

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Waifu. A desgraçada doença do mundo otaku.


No universo dos fãs de animação japonesa é usado vários termos como Shonen, bishoujo, moe e etc. Dentre eles temos o Waifu onde é um termo que anda sendo muito usado pelos otakus brasileiros ultimamente.  Eu não fazia a menor idéia do que era isso, só que com certeza era besteira. Onde no final descobri que era uma besteira, mas também uma doença.

No mundo otaku é bem comum ter essa adoração pelo entretenimento. Um exemplo disso é o que teve recentemente antes do lançamento do anime de JoJo. Intitulado de JoJo Day os fãs começaram a postar suas fotos fazendo aquelas posses extremamente homossexuais do JoJo Bizarre "Hard Gay" Adventure. E como era de se esperar a maioria dos que fizeram isso eram homens. Afinal as mulheres têm bom senso.

Mas não era isso que eu estava falando e sim sobre Waifu. Waifu, a sua origem vem da palavra Wife que significa esposa. Onde no mundo otaku o waifu é usado pelo otaku masculino que diz que tal personagem de desenho animado japonês é sua esposa ou o amor de sua vida.


Os sintomas da doença começam quando o otaku declara que tal personagem é seu waifu, depois daí é uma queda sem fundo. A vítima começa a falar o nome do seu amor e a rir sozinho e caso você o questione ele vai te atacar violentamente que nem um hipopótamo quando vê alguém entrando no seu rio de lama.

Na verdade não tem nada de outro mundo no waifu é um fã como qualquer outro que leva aquilo para o nível da adoração. Gostar de um personagem ou um ator de filme é algo normal. Afinal tem comportamentos e virtudes que fazem você se identificar com ele. Porém ambos são personagens que não existem, são produtos pra fazer dinheiro. Assim como um show de Luan Santana, ele não ama você afinal ele não te conhece.

Assim como na animação japonesa, aquelas personagens ali que tem incrível apelação sexual ela é um produto, algo feito pra vender. O único que vai gostar que você seja um otaku waifu é o empresário. Para o empresário esse consumidor é aquele que mais vai dar lucros para a sua empresa. Esse vai ser o consumidor que vai comprar a maioria de seus produtos para assim alimentar a sua adoração. Já diz o ditado "tudo em excesso faz mal" pra esse caso também pode ser aplicado. Gostar de moe, ecchi, hentai e de acessar os safeboorus não é o problema. Você só está se entretendo no seu momento de lazer.


Mas desde o momento que isso começa a afetar seus estudos, sua vida pessoal e na sua vida profissional a partir desse ponto é necessário ter cuidado. E isso vale pra tudo inclusive pra você que quando está assistindo uma aula ou com os amigos não sai do celular por causa da porcaria do WhatsApp.

Provavelmente essa postagem deve estar te irritando, é normal. Ter algo que você gosta muito "atacado" faz a pessoa se encolerizar. Não precisa deixar de gostar de uma personagem de desenho japonês isso é sua liberdade individual e ninguém tem nada a ver com isso. Mas tente ver se isso afeta sua vida de alguma forma, isso é fácil de identificar. Um bom exemplo é se alguém te pergunta se você gosta de anime ou hentai. Se você se incomoda a responder aí já um problema.

Enfim, pra esse tipo de postagem eu sempre gosto de ouvir uma segunda opinião. Então qual a sua opinião em relação a essa adoração por personagens? Você acha que em alguns casos é prejudicial? Comente e ajude a alimentar o debate.

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Milles, Knight of Anal Tyranny. O novo jogo que sacrifica o nº2 da MangaGamer.


A empresa MangaGamer anuncia mais uma visual novel nukige que vai sair em 25 de Abril desse ano. O nome do jogo se chama "Milles, Knight of Anal Tyranny", onde o próprio nome já sugere o que você vai ver nesse tipo de visual novel.

A protagonista da historia se chama Milles, onde ela acorda sem memorias no meio da floresta (a parada foi selvagem mesmo). Em busca de suas memorias e para a diversão do jogador ela adentra numa cidade qualquer e faz amizade com uma garota aleatória que se torna a melhor amiga dela. A amizade é bela, mas como isso não é um shoujo ai, logo acontece algo previsível.

Ela descobre que uma garota se sacrifica para um deus da floresta, onde o mesmo envia os seus tentáculos para se alimentar do seu fabuloso sacrifício, ou seja vai ser um massacre. E como qualquer historia de visual novel, onde se tem tentáculos não tem meio termo: se correr o tentáculo pega e se ficar o tentáculo come.

Se você não curte nukige, tentáculos, futanari e gritos irritantes (DAME!!!), recomendo não jogar esse jogo. Mas caso você goste de jogos mais pornográficos, o jogo pode te agradar, mesmo assim tem títulos melhores por ai que a MangaGamer vai lançar como Imouto Paradise.

link: http://www.mangagamer.com/detail.php?product_code=67

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Arc System Works com uma nova visual novel para 3DS.


A Arc System Works anda mostrando grande interesse em criar visual novels ultimamente. Lembrando que em seus jogos como BlazBlue já mostrava esses elementos de visual novel, não é a toa que mais tarde chegou a visual novel XBlaze, que é um spin-off da serie.

Mas parece que não vai ficar só por ai. Recentemente saiu na eShop uma visual novel da empresa chamada "Mononoke Detective" que em inglês pode ser chamada de "Ghost Detective". O jogo está custando apenas 800 yen na eShop e em relação a XBlaze parece ter baixo orçamento. Além que da pra perceber certas similaridades com Youkai Watch.

Na visual novel como o próprio nome indica, o protagonista shota da serie é um investigador de ayakashis (ou fantasmas se preferir). Que conta com a ajuda de uma assistente padrão de visual novel e com um gato youkai que também ajuda nos casos. Usando o touchscreen do 3DS, você coleta evidencias que vão ser uteis pra descobrir quem foi o ayakashi responsável pelos problemas daquela região.

Mononoke Detective saiu 26 de março na eShop e como 3DS tem trava de região, não é possível você rodar o jogo no seu 3DS. Mas como o jogo é da Arc System Works tem grandes chances desse jogo sair aqui no ocidente, ou não.



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Rewrite vai ganhar versão para PSP, sim PSP.


Pra não perder o costume, a empresa Key costuma lançar seus jogos tanto pra PC como em consoles. Inicialmente eles aproveitam para lançar em portáteis da Sony como o PSP e PS Vita, pra depois de um bom tempo lançarem para o PS3.

O Rewrite a ultima visual novel lançada pela empresa, vai ganhar versão para PSP e PS Vita. De certa forma é estranho se ter uma versão para o PSP, onde é um portátil "morto". Apesar que japonês costuma aproveitar consoles de geração anterior ao máximo, não é a toa que ainda tem jogos para PS3 sendo anunciados.

A versão para PSP já tem uma data de lançamento anunciada. O jogo vai sair em 17 de Abril deste ano e no momento sem data de lançamento para a versão de PS Vita do jogo, só que vai ser lançada nesse ano ainda. E antes que pergunte, a Key não tem planos de lançar uma versão eroge de Rewrite. E provavelmente podem nem lançar.

Com Little Busters! a visual novel ganhou sua versão eroge no ano seguinte, lembrando que Rewrite foi lançado no final do primeiro semestre de 2011 e até agora não se tem planos de ter uma versão eroge. Essa pode ser uma mudança da empresa para se focar para todos os públicos e tirar sua imagem de empresa de eroge ao longo dos anos.

Apesar que é muito cedo pra confirmar isso. Vamos ver os rumos que a empresa vai tomar.

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A visual novel de drama “Bokuten” é confirmada no ocidente.



As visual novels no ocidente começaram a ser conhecidas, muito por causa dos animes da Key, pelo fato de inserirem um drama muito bem executado, fazendo assim muitas pessoas se interessarem por esse tipo de jogo por causa dessa narrativa.

A MangaGamer não anda apresentou muitos jogos interessantes no inicio desse ano, sobrando apenas para jogos Nukige que servem para pegar mais aquele nicho que prefere visual novels mais pornográficas. Porém a MangaGamer anunciou mais uma visual novel da OVERDRIVE, onde não chega a ser surpresa isso acontecer.

Afinal a OVERDRIVE é a empresa de visual novel mais interessada em vender seu produto no ocidente, fazendo assim termos praticamente todos os jogos que elas lançam no Japão. Nesse caso não é diferente. Bokuten foi uma visual novel lançada ano passado pela OVERDRIVE e já foi confirmada a sua venda para sair no ocidente.



Bokuten vai ser uma visual novel de Drama Utsugi, diferente do Drama Nakige que as visual novels da Key apresentam. A diferença de Nakige pra Utsugi é que no Nakige o foco do jogo é fazer você se emocionar vendo aquilo. Inicialmente na historia tudo começa feliz e do nada começa um drama que muitas vezes é até forçado, mas funciona.

O Utsugi é um Drama que tende a ser depressivo. No Utsugi são visual novels que não apresentam finais felizes. Se formos inserir esses elementos num anime podemos dizer que Evangelion e Saikano são dramas Utsugi. O bom desse estilo é que ele usa esses elementos de depressão para inserir críticas sociais, além de explorar um lado mais humano dos personagens fazendo assim a história ficar mais realista.

É raro ver visual novels Utsugi, afinal na visual novel costuma ter desafios que o personagem tem que superar para ter o seu merecido final com tal heroína. Ou seja, você precisa ser recompensando. No Utsugi você tem que atrair o jogador por sua história e temas envolvidos, então é mais difícil de um jogo desses vender. Apesar que Saya no Uta que é um Utsugi e uma das melhores visual novels já feitas.



O protagonista da história é um personagem que não acredita no amor e muito menos na felicidade. Não é explicado o motivo dele ser assim, mas como personagens assim costumam sempre ter um motivo, provavelmente vai ser explicado ao longo do jogo. Um certo dia, um anjo cai do céu e se encontra com o protagonista. E como é de se esperar a anja tem pensamentos totalmente opostos ao do protagonista. Onde ela acredita na felicidade e no amor. De acordo com ela os anjos têm o dever de proteger a felicidade e o amor dos seres humanos.

Esse início “bobo” costuma ser bem característico de dramas japoneses. Mas é inserindo esses elementos bobos que fazem o jogador ser inserido nesse universo fantasioso. Dá pra esperar com expectativa essa visual novel, afinal a OVERDRIVE é uma empresa bem experiente nesse mercado, além que ela já inseriu elementos de drama em outros jogos, só que essa vai ser a primeira a ser feita exclusivamente no drama.

No momento não tem data de lançamento para a visual novel de Bokuten e é bem provável que Da Capo III saia primeiro no ocidente. Então não a motivo de ficar apressado, agora só resta aguardar uma boa tradução da MangaGamer e que mais jogos assim saiam por aqui no ocidente.

Opening:



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