Archive for Março 2014

Arc System Works com uma nova visual novel para 3DS.


A Arc System Works anda mostrando grande interesse em criar visual novels ultimamente. Lembrando que em seus jogos como BlazBlue já mostrava esses elementos de visual novel, não é a toa que mais tarde chegou a visual novel XBlaze, que é um spin-off da serie.

Mas parece que não vai ficar só por ai. Recentemente saiu na eShop uma visual novel da empresa chamada "Mononoke Detective" que em inglês pode ser chamada de "Ghost Detective". O jogo está custando apenas 800 yen na eShop e em relação a XBlaze parece ter baixo orçamento. Além que da pra perceber certas similaridades com Youkai Watch.

Na visual novel como o próprio nome indica, o protagonista shota da serie é um investigador de ayakashis (ou fantasmas se preferir). Que conta com a ajuda de uma assistente padrão de visual novel e com um gato youkai que também ajuda nos casos. Usando o touchscreen do 3DS, você coleta evidencias que vão ser uteis pra descobrir quem foi o ayakashi responsável pelos problemas daquela região.

Mononoke Detective saiu 26 de março na eShop e como 3DS tem trava de região, não é possível você rodar o jogo no seu 3DS. Mas como o jogo é da Arc System Works tem grandes chances desse jogo sair aqui no ocidente, ou não.



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Rewrite vai ganhar versão para PSP, sim PSP.


Pra não perder o costume, a empresa Key costuma lançar seus jogos tanto pra PC como em consoles. Inicialmente eles aproveitam para lançar em portáteis da Sony como o PSP e PS Vita, pra depois de um bom tempo lançarem para o PS3.

O Rewrite a ultima visual novel lançada pela empresa, vai ganhar versão para PSP e PS Vita. De certa forma é estranho se ter uma versão para o PSP, onde é um portátil "morto". Apesar que japonês costuma aproveitar consoles de geração anterior ao máximo, não é a toa que ainda tem jogos para PS3 sendo anunciados.

A versão para PSP já tem uma data de lançamento anunciada. O jogo vai sair em 17 de Abril deste ano e no momento sem data de lançamento para a versão de PS Vita do jogo, só que vai ser lançada nesse ano ainda. E antes que pergunte, a Key não tem planos de lançar uma versão eroge de Rewrite. E provavelmente podem nem lançar.

Com Little Busters! a visual novel ganhou sua versão eroge no ano seguinte, lembrando que Rewrite foi lançado no final do primeiro semestre de 2011 e até agora não se tem planos de ter uma versão eroge. Essa pode ser uma mudança da empresa para se focar para todos os públicos e tirar sua imagem de empresa de eroge ao longo dos anos.

Apesar que é muito cedo pra confirmar isso. Vamos ver os rumos que a empresa vai tomar.

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A visual novel de drama “Bokuten” é confirmada no ocidente.



As visual novels no ocidente começaram a ser conhecidas, muito por causa dos animes da Key, pelo fato de inserirem um drama muito bem executado, fazendo assim muitas pessoas se interessarem por esse tipo de jogo por causa dessa narrativa.

A MangaGamer não anda apresentou muitos jogos interessantes no inicio desse ano, sobrando apenas para jogos Nukige que servem para pegar mais aquele nicho que prefere visual novels mais pornográficas. Porém a MangaGamer anunciou mais uma visual novel da OVERDRIVE, onde não chega a ser surpresa isso acontecer.

Afinal a OVERDRIVE é a empresa de visual novel mais interessada em vender seu produto no ocidente, fazendo assim termos praticamente todos os jogos que elas lançam no Japão. Nesse caso não é diferente. Bokuten foi uma visual novel lançada ano passado pela OVERDRIVE e já foi confirmada a sua venda para sair no ocidente.



Bokuten vai ser uma visual novel de Drama Utsugi, diferente do Drama Nakige que as visual novels da Key apresentam. A diferença de Nakige pra Utsugi é que no Nakige o foco do jogo é fazer você se emocionar vendo aquilo. Inicialmente na historia tudo começa feliz e do nada começa um drama que muitas vezes é até forçado, mas funciona.

O Utsugi é um Drama que tende a ser depressivo. No Utsugi são visual novels que não apresentam finais felizes. Se formos inserir esses elementos num anime podemos dizer que Evangelion e Saikano são dramas Utsugi. O bom desse estilo é que ele usa esses elementos de depressão para inserir críticas sociais, além de explorar um lado mais humano dos personagens fazendo assim a história ficar mais realista.

É raro ver visual novels Utsugi, afinal na visual novel costuma ter desafios que o personagem tem que superar para ter o seu merecido final com tal heroína. Ou seja, você precisa ser recompensando. No Utsugi você tem que atrair o jogador por sua história e temas envolvidos, então é mais difícil de um jogo desses vender. Apesar que Saya no Uta que é um Utsugi e uma das melhores visual novels já feitas.



O protagonista da história é um personagem que não acredita no amor e muito menos na felicidade. Não é explicado o motivo dele ser assim, mas como personagens assim costumam sempre ter um motivo, provavelmente vai ser explicado ao longo do jogo. Um certo dia, um anjo cai do céu e se encontra com o protagonista. E como é de se esperar a anja tem pensamentos totalmente opostos ao do protagonista. Onde ela acredita na felicidade e no amor. De acordo com ela os anjos têm o dever de proteger a felicidade e o amor dos seres humanos.

Esse início “bobo” costuma ser bem característico de dramas japoneses. Mas é inserindo esses elementos bobos que fazem o jogador ser inserido nesse universo fantasioso. Dá pra esperar com expectativa essa visual novel, afinal a OVERDRIVE é uma empresa bem experiente nesse mercado, além que ela já inseriu elementos de drama em outros jogos, só que essa vai ser a primeira a ser feita exclusivamente no drama.

No momento não tem data de lançamento para a visual novel de Bokuten e é bem provável que Da Capo III saia primeiro no ocidente. Então não a motivo de ficar apressado, agora só resta aguardar uma boa tradução da MangaGamer e que mais jogos assim saiam por aqui no ocidente.

Opening:



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Chou Dengeki Stryker chega nesse mês na MangaGamer.


A visual novel de Dengeki Striker que já foi lançada por aqui no ocidente, vai meio que ganhar um "pacote de expansão".

Chou Dengeki Stryker é um novo jogo de Dengeki Stryker que vem com mais detalhes e extras que não tinham na versão anterior do jogo. Resumindo, é mais uma versão do mesmo jogo que disponibilizaram só pra pegar jogadores novos que não jogaram o jogo na época.

Algo que é bem comum em empresas como a Key e a Circus. O Chou Dengeki Stryker vai ser vendido da seguinte forma. Se você tem o primeiro jogo de Dengeki Stryker só precisa pagar pelo patch de expansão do jogo. Caso você não tenha o primeiro jogo, pode comprar logo de cara o Chou Dengeki Stryker que vem logo com tudo junto.

O Chou Dengeki Striker vai ser lançdo em 28 de março deste ano. E você pode já fazer sua pre venda no site oficial da MangaGamer.

link: http://www.mangagamer.com/detail.php?goods_type=1&product_code=111

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Island Days tem data de lançamento anunciada.


A nova visual novel da franquia de School Days o "Island Days" já tem uma data anunciada para o Japão. O novo jogo vai sair em 26 de Junho no Japão, onde ele será um exclusivo para o console portátil da Nintendo o 3DS. Só relembrando o Island Days vai ser um jogo de RPG com elementos de Tower Defense, sem perder os seus elementos de visual novel.

Tem certas empresas de visual novel investindo no Nintendo 3DS, mas isso não é regra como acontece no PS Vita, onde o seu perfil de portátil tem uma "pegada" que funciona muito bem com esse tipo de jogo. Island Days tem um tipo de jogabilidade que funciona muito bem no 3DS, onde o mesmo não iria passar toda a experiência no PS Vita.

Afinal jogo como High School DxD e Island Days, são visual novels que utilizam a função de segunda tela do 3DS, onde isso pode criar um novo tipo de jogabilidade a esse tipo de jogo. Porém como dito isso é uma exceção a regra, são poucas visual novels que investem em elementos diferentes do padrão. E o PS Vita ainda continua sendo o favorito quando se trata de produzir visual novels para consoles portáteis.

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Koiken Otome teve seu prologo traduzido.


O fansub Flying Pantsu (Cuecas Voadoras) recentemente acabou de traduzir o prologo da visual novel de Koiken Otome, ou seja o trial do jogo. Muitos fansubs costumam só traduzir o trial, e não o jogo todo. Porém o "Cuecas Voadoras" pretende continuar traduzindo o jogo até o fim.

Então se você pretende ter uma noção de como a visual novel é, pode aproveitar esse prologo para ter uma noção se vale a pena esperar a tradução completa, ou se o jogo não vale a pena. Assim como qualquer plot de visual novel de escolinha, você pode ter o simples slice of life que de vez em quando pode variar um pouco para ação. No caso de Koiken Otome é isso que acontece. E como sempre as garotas são super poderosas e o protagonista é complemente sem graça, e não tem nenhuma qualidade que vai fazer a garota se apaixonar por ele. Porém visual novel é ficção, então vale tudo.

A empresa Eufonie não tem muitos jogos de peso, além de não terem quase nenhum jogo. No momento a empresa conta com 3 jogos, onde o ultimo deles é o Koiken Otome lançado em 2012. E o proximo jogo que eles estão fazendo vai sair nesse ano, mas é só um fandisk de Koiken Otome. Enfim, para mais informações do fansub e da recente tradução acesse o link abaixo.

link: http://flyingpantsu.net/koiken-otome-prologue-patch-released/


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Empresa de Kara no Shoujo está produzindo uma visual novel all-ages.


A empresa Innocent Grey, que é responsável por uma popular visual novel "Kara no Shoujo", esta fazendo um nova visual novel de mistério. Mas dessa vez sem ter nada muito "gore", muito menos cenas de sexo. A nova visual novel da Innocent Grey vai ser um Shoujo Ai all-ages, então não espere nada que saia muito similar em termos de violencia em relação a Kara no Shoujo.

Flowers é o nome da nova visual novel da Innocent Grey, quem esta acostumado com animes e mangas que debatem o Shoujo Ai, podem reparar que o traço do jogo, lembra muito animes colegiais onde na escola todas são garotas, onde as mesmas demonstram sentimentos profundos umas pelas outras (amizade colorida).

O estilo Shoujo Ai costuma ser algo mais light, sem tanta apelação quanto o Yuri, deixando assim o Shoujo Ai ser um estilo calmo, devagar e chato. Porém como a empresa que está produzindo tem uma boa carreira em fazer visual novels de mistério, da para aguardar algo bom vindo dai. Vale lembrar que essa vai ser a primeira visual novel da Innocent Grey onde vai ser all-ages, todas as outras visual novels da empresa foram +18.

Como a Innocent Grey tem uma parceria com a MangaGamer e até mesmo trouxe Kara no Shoujo para o ocidente. Ter essa nova visual novel no ocidente não é algo tão longe de acontecer. Alem do mais, que sendo all-ages a visual novel tem bem mais chances de vender por aqui; Go! Go! Nippon! e Steins;Gate é uma prova disso. Flowers vai ser lançado em 18 de Abril no Japão, e no momento sem planos de ser lançado no ocidente (por enquanto).



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Por que trabalhar com jogos no Japão é considerado "desperdício de talento"?


Pra quem gosta de jogos japoneses (ou não), sabe que esse mercado fez e ainda tem grande importância no mercado de jogos. Quem está acostumado a jogar sabe o quanto tem de jogo bom feito pelo Japão nessa indústria e o quanto ela consegue entreter. Mesmo com a grande popularização dos jogos ocidentais, eles ainda conseguem atrair um grande publico que joga seus jogos, além de estar atraindo um novo publico a jogos que só ficavam no Japão como: visual novels e jogos com uma temática mais MOE e Eroge.

Eu por exemplo sou um grande fã de jogos japoneses dês da época que eu jogava Sonic (onde jogo até hoje), onde formou o meu perfil gamer. Tem jogos ocidentais que eu gosto, mas o que mais me agrada são os jogos japoneses e seu estilo de jogabilidade. Porém como é visto esse mercado no Japão e como são vistos as pessoas que trabalham nesse ramo de desenvolvimento de jogos?

Por incrível que pareça, ainda tem muitos japoneses que não enxergam esse trabalho como algo serio. Um japonês ser talentoso e ser excelente nos estudos, ele tem um grande futuro pela frente, onde ele pode ser um grande engenheiro ou medico. Mas quando esse mesmo japonês fala que deseja entrar na area de desenvolvimento de jogos é bem comum ele escutar um "você está desperdiçando o seu talento" ou "vai arrumar um emprego de verdade".


Mesmo com toda a fama da Nintendo e com o mercado de games cada vez mais competitivo, isso é ainda não é visto no Japão como algo serio, mesmo sendo um entretenimento. E como sabemos não é só a área de games que sofre com essa discriminação do entretenimento, os animes e mangas também sofrem com isso. Se você assistiu Bakuman, deve ter tido uma noção de como é visto o entretenimento de manga no Japão. Além do pessoal que trabalha nesse area ganhar pouco, ainda é uma profissão mal vista pela família, onde querendo ou não, se aqueles jovens fossem trabalhar em outra area iriam ganhar bem mais do que como mangakas.

Teve até um episodio interessante de Bakuman, onde fazem uma comparação entre um manga e um livro. Nessa comparação, falam que o livro é melhor que um manga, onde o conteúdo de um romance é bem melhor que de um simples quadrinho. Mas qual a diferença entre um livro e um manga? Ambos tem seus públicos e ambos tem a função de entreter o consumidor, a grande diferença de um manga para um livro é seu publico. O publico que lê livros tendem a ser um publico mais "elitista", onde costumam comparar o conhecimento de um publico X a um Y para dizer qual entretenimento é o melhor.

Isso se chama "elitização do entretenimento", onde se usa o nível de renda ou de inteligência de determinado grupo para determinar qual o entretenimento é o melhor pelas pessoas que o consomem e não pelo entretenimento em si. O que um livro, manga e jogo tem em comum? Todos eles são uma forma de entretenimento e cada um deles tem um tipo de narrativa e estilos que se adéquam a seu tipo de publico.


Não da pra comparar um manga com um livro ou jogo, pelo fato de cada um ter um estilo e padrões diferentes um dos outros. Cada qual é melhor na sua área de atuação. O que não impede que um consumidor de livros de comprar um jogo ou um quadrinho. Porém essa comparação sempre
vai existir, principalmente na sociedade japonesa, que é uma sociedade bem elitista, tanto na sua sociedade quanto na sua cultura.

Um exemplo de como a profissão de jogos podem ser mal vista no Japão é num anime que vi, onde me esqueci o nome dele. No anime as pessoas que morreram podem enviar uma carta para uma pessoa que esta viva. Ai um trabalhador do outro mundo, envia essa carta pessoalmente a pessoa viva no mundo dos vivos.

Num desses episódios, mostra um cara adulto que trabalha com games e até fazem bons jogos. Mesmo esse não sendo o foco do anime, ele deu uma boa visão de como é visto a profissão de jogos e como os trabalhadores se comportam diante dessa profissão. Assim como nos mangas, o desenvolvedor de jogos no Japão, trabalha nessa área pelo prazer da coisa, ele gosta de fazer jogos, simples assim. Não importa se tal profissão da mais dinheiro (e status) a ele, o importante é que a profissão que ele esta fazendo seja algo que ele goste e de prazer de fazer aquilo.


Nos mangas esse lado japonês de trabalhar naquilo porque gosta e sente prazer naquilo, não é muito diferente de quem trabalha com jogos no Japão. Pra nos no ocidente isso pode parecer um comportamento normal, afinal costumamos escutar o tal "trabalhe naquilo que você gosta e não aquilo que te da mais dinheiro", então ao nosso ver, o cara trabalhar com manga ou jogos no Japão porque gosta não é algo fora do comum. Porém no Japão, o status do trabalho é algo muito importante que chega a ir na frente do que o japonês queria trabalhar realmente.

Isso não é um pensamento que vai mudar da noite para o dia, isso é algo que vem da cultura a varias gerações. Quem pode mudar esse pensamento aos poucos são as novas gerações japonesas que vão nascer no futuro. Esse tema do que o jovem japonês deseja ser me lembra do episodio final de Digimon Adventure 2, onde as crianças estão dominadas pelas trevas, pelo fato de saber que não podem realizar o que elas sonham em ser no futuro.

Ai nesse momento, o protagonista Davis(eu acho), fala que seu sonho é ser vendedor de macarrão. Depois disso as crianças falam o que elas realmente desejam ser no futuro, fazendo assim as trevas que a estavam dominando desaparecerem e assim o vilão foi derrotado. Como Digimon de fato é um anime para crianças, a simples mensagem do cara ser vendedor de macarrão pode soar inocente, mas carrega uma boa carga de critica a sociedade japonesa.


Muitas famílias japonesas, determinam o que a criança tem que ser no futuro e que profissão ela deve exercer, limitando aquele jovem de determinar o que ela deseja fazer de verdade. Mesmo sendo só um anime, ele consegue mostrar uma grande critica a sociedade japonesa em relação como o jovem muitas vezes não tem livre arbítrio de sua própria carreira profissional.

O mundo do Japão pode ser bem tenebroso para quem deseja trabalhar com jogos, mas mesmo assim isso não impede que mais pessoas se interessem em fazer parte desse mercado. Cada vez mais é comum surgirem clubes nas escolas japonesas sobre desenvolvimento de jogos, mostrando como jogo no Japão é considerado um entretenimento forte por lá.

Mesmo aquela pessoa que não trabalha (profissionalmente) com jogos, isso não impede da mesma fabricar o seu jogo nos tempos livres e depois divulga-los apos serem concluídos. Um bom exemplo disso é o Daisuke Amaya "Pixel", onde ele fez o jogo Cave Story nos tempos livres, com isso o jogo demorou 6 anos para ser terminado e mesmo assim ele disponibilizou o jogo de graça na internet. Ele só ganhou dinheiro com o jogo quando o mesmo saiu para Nintendo 3DS, se chamando Cave Story 3D.


E também não podemos nos esquecer do criador de Touhou "ZUN", que até hoje, faz com prazer os jogos da franquia do Touhou Project. Que é um jogo doujin (indie japonês) extremamente popular no Japão. E até hoje ele faz novos jogos de Touhou e não tem planos de parar com a franquia.
Mesmo tendo seus problemas, a franquia de jogos no Japão está longe de morrer, afinal é uma cultura que cada vez mais está atrelada a sociedade japonesa, por mais que se tenha um publico que não aceite devido ser um novo mundo para eles. Os jogos estão ai pra ficar, assim como os animes e mangas.

Gostaria de ver mais animes e mangas que debatessem sobre a visão da sociedade japonesa em relação aos jogos, afinal anime e manga costuma fazer boas criticas a sociedade japonesa, mesmo sendo um entretenimento. Se os japoneses vão mudar essa visão em relação a quem trabalha com jogos só o tempo dirá, mas uma coisa é certa: jogo no Japão é algo que veio pra ficar, com a sociedade japonesa aceitando ou não.

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